sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Por Mirella Stivani Humorista e repórter do programa CQC, Oscar Filho conquistou o público com seu jeito divertido e inteligente de ser. ...

Oscar Filho em bate-papo com a Profashional

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Por Mirella Stivani

Humorista e repórter do programa CQC, Oscar Filho conquistou o público com seu jeito divertido e inteligente de ser. O show “Putz Grill...”, seu stand up solo, já foi visto por mais de 105 mil pessoas e permanecerá com a temporada no Teatro Shopping Frei Caneca, em São Paulo, todos os sábados às 23h59, até dezembro de 2010. Também neste ano, ele estreou como diretor de Zappiada, onde dirige os personagens criados pelos atores Fábio Silvestre e Raphael Véles. E tem mais: Oscar, o "pequeno pônei", pode ser visto também no “Clube da Comédia Stand Up”, ao lado de Marcelo Mansfield, Danilo Gentili, Rafinha Bastos e Marcela Leal, toda às quartas, no Teatro Procópio Ferreira.
A seguir, confira o bate-papo que a Profashional teve com Oscar Filho.

Profashional: Qual a maior dificuldade em se fazer comédia stand-up?
Oscar Filho: É escrever textos originais que tenham qualidade e que o público, mais universal possível, se identifique.
Quando a plateia não reage como você espera, qual o truque para as risadas surgirem?
Isso raramente acontece quando um humorista é experiente em determinado texto. Isso acontece mais quando se está testando material novo. E geralmente são poucas as piadas que não funcionam. O que se faz é passar pra próxima e melhora-la ou corta-la do texto.

Quais são os temas que mais agradam?
Qualquer tema agrada o público, contanto que seja um assunto que diga respeito à grande maioria de quem está assistindo. Talvez seja mais fácil responder quais os assuntos que menos agradam. Aí são os tabus, né? Religião, racismo, homossexualismo...

Já ocorreu de você estar no palco e não ter a mínima ideia do que falar?
Já aconteceu de me dar um branco total e esquecer completamente o que vinha depois. Aí eu assumi para o público que tinha esquecido e virou piada.

Você também estreou como diretor, com Zappiada. Conte um pouco sobre a experiência. É mais difícil estar em cima do palco ou no backstage?
o coisas completamente diferentes. Um é tão difícil quanto o outro, mas são de formas distintas. Atualmente é, mas foi mais difícil dirigir porque é uma função que eu ainda não tinha exercido. Lidar com atores, produção, técnica, teatro... É mais responsabilidade. Mas estou gostando. Quero experimentar mais vezes.

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