sexta-feira, 11 de maio de 2012

Já imaginou como seria se ao invés de estudar física ou matemática, você tivesse de aprender música, teatro ou dança? É exatamente nesse ce...

Musical “Fame” chega a São Paulo

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Já imaginou como seria se ao invés de estudar física ou matemática, você tivesse de aprender música, teatro ou dança? É exatamente nesse cenário que acontecem as paixões, frustrações e conquistas dos jovens Carmen, Nick, Joe e Grace e que poderemos acompanhar, a partir do dia 12 de maio, quando o Teatro Frei Caneca, em São Paulo, transforma-se na famosa Escola de Artes Performáticas de Nova Iorque. A Profashional cobriu com exclusividade a coletiva de lançamento e conta tudo para você.



O elenco é quase que inteiramente formado por jovens atores. Klebber Toledo é Nick Piazza. Estudante de teatro “certinho e dedicado”. O ator conta sobre o desafio de aprender a dançar para o musical: “Para eu começar a dançar foi difícil. É tudo marcado, o que engrandece, deixa perfeito. Apesar da dificuldade, é incrível fazer.” Paloma Bernardi, diz que se virou melhor na dança. Filha de famosa bailarina do Balé Popular do Recife, possui em seu DNA a inspiração e o sangue fervente para interpretar a sedutora Carmen Diaz. “Ela é como qualquer outra jovem do nosso meio que busca o sucesso, mas se perde. É muito boa, mas acaba perdendo o brilho”. 

Além de Paloma, Corina Sabbas também interpreta Carmen Diaz como alternante. A renomada atriz de musical que já fez “Aída” e “Hairspray” diz que assim como sua personagem, sempre busca o sucesso e o aprendizado, mas tem que manter o pé no chão. A inusitada presença da atriz convidada e apresentadora da MTV, MariMoon promete bons resultados. Engajada com o projeto e disposta a aprender conta que a preparação foi como jogar videogame. “Tem sempre um desafio, uma fase para passar”. O guarda-roupa de Grace Lambchops, papel que interpreta, combina com a atriz que disse que também curte o seu gosto musical e até pensa em comprar uma bateria para dar sequência às aulas.
O musical, adquirido como não-réplica, apresenta coreografias e arranjos diferentes do original, o que dá maior liberdade de criação ao diretor, o norte-americano Billy Johnston. Ele se surpreendeu com a qualidade dos testes e dos atores convocados pra o workshop. “Não encontrei nenhuma diferença entre os brasileiros e os americanos, exceto a língua.”. Johnston também ressalta que a energia encontrada nos atores brasileiros não é encontrada em nenhum cast de Nova Iorque.

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