segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Uma matéria especial recheou as páginas da edição 102 da Revista Profashional. “Time frozen”, escrita pela Publisher Sandra Teschner, troux...

Na hora certa

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Uma matéria especial recheou as páginas da edição 102 da Revista Profashional. “Time frozen”, escrita pela Publisher Sandra Teschner, trouxe uma reflexão sobre sua relação com o tempo e algumas frases célebres, como: “Fiz um acordo de coexistência pacífica com o tempo: Nem ele me persegue, nem eu fujo dele, um dia a gente se encontra”, de Mário Lago.

Se você também possui uma relação bastante especial com o tempo e os relógios em especial, fica o convite para lerem a matéria e visitarem um lugar especial, o Museu do Relógio de São Paulo. 
O espaço conta com 700 acessórios, entre relógios e outros marcadores de tempo, de variados mecanismos, modelos, marcas e épocas. O mais antigo é um relógio de bolso alemão, do século 16. Além dele, estão guardados os primeiros equipamentos de ponto, o relógio vela (que funcionava com água) e um que também funcionava como cofre.

Os modelos passam pela época atual, como os que funcionam por meio de energia solar, e voltam no tempo, chegando até o século 16. Alguns deles são bem inusitados. Imagine, por exemplo, acordar com o café já preparado, coado na hora, feito sem a ajuda de uma pessoa, mas sim do relógio.

Uma das 700 peças pertenceu a Amélia de Leuchtenberg, a segunda imperatriz brasileira, no século 19. O acessório é todo feito em ouro e pérolas e vem com um porta-perfume. Atrás dele, o brasão da família, em uma demonstração da proximidade do acessório com o status e o poder. Por fim, não poderia faltar o cuco: um dos modelos foi inspirado nas florestas alemãs e remonta ao século 19. Vale a visita! 

Serviço
Museu do Relógio – Professor Dimas de Melo Pimenta – Na Avenida Mofarrej, 840, Vila Leopoldina, São Paulo. Informações: www.dimep.com.br/

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