terça-feira, 20 de outubro de 2015

Um dos destaques desta segunda-feira foi o desfile da grife Lilly Sarty. “Tenho uma ligação com o misticismo há muito tempo”, conta Lil...

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Um dos destaques desta segunda-feira foi o desfile da grife Lilly Sarty.

“Tenho uma ligação com o misticismo há muito tempo”, conta Lilly Sarti, sobre a inspiração para o seu desfile do Inverno 2016. A marca incorporou o esoterismo com acabamentos luxuosos, como o tule devorê com símbolos que remetiam da Astrologia ao Egito Antigo, pashminas, pelo de ovelha, couro, tricôs e lamê, numa coleção que também flertou com outras décadas. 

Olhos de Horus (símbolo de proteção no Egito), yin e yang, cruz de Ansata e ícones de astrologia foram recortados no couro, a laser, aplicados em várias peças de roupa, e também viraram belos braceletes, pingentes de colares e brincos. 

Daniel Hernandez acrescentou um detalhe que fez toda a diferença à beleza clean: sardas. Todas as modelos tinham pequenas sardas no nariz e nas bochechas, acompanhadas de pouquíssima maquiagem.

Ainda nesta segunda-feira, o movimento artístico batizado de Land Art, que surgiu no final dos anos 1960, inspirou Vitorino Campos e aparece na palheta cromática de sua coleção de inverno para a Animale, que tem nos tons caramelo queimado e amarelo cítrico seu ponto alto, e também nas pontuais estampas sobre fundo branco.

Da união da arquitetura com a natureza surgiu o que o estilista chamou de uma coleção de híbridos, com looks focados na individualidade de cada modelo, com muitas variações capazes de contemplar diferentes tipos de mulher, usando assim comprimentos e propostas de modelagem variadas, da alfaiataria em casacos e peças mais estruturadas à languidez da seda em peças mais soltas e a pegada sexy da renda francesa recortada artesanalmente, com transparência em tops e minissaias.




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