quarta-feira, 20 de julho de 2016

A nova revista da Ponto de Encontro – customizada da Profashional Editora para as Drogarias Pacheco e São Paulo – traz uma matéria incrível...

Ela é poderosa!

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A nova revista da Ponto de Encontro – customizada da Profashional Editora para as Drogarias Pacheco e São Paulo – traz uma matéria incrível sobre a Vitamina D. Confira abaixo.


Por Ana Carolina Contri




Apesar de pouco lembrada quando o assunto são vitaminas, a tipo D é uma das mais importantes e a que as pessoas mais têm carência. A pergunta que sempre aparece é: como identificar a falta dela? A resposta é muito menos simples do que isso, já que o nosso corpo não apresenta nenhum sintoma aparente e vamos perceber a falta dela apenas com exames específicos solicitados pelos médicos. 

Segundo a nutricionista Dra. Denise Glória da Costa, do Distrito Federal, a pesquisa de Orçamentos Familiares, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), de 2011, demonstrou que a vitamina D está entre as que mais a população brasileira apresenta carência. Dentro do perfil levantado, 99,6% dos homens e 99,2% das mulheres, entre 19 e 59 anos, possuem níveis insuficientes de vitamina D, A, C e E, cálcio e magnésio no organismo. Os números foram também muito altos em indivíduos com idade superior a 60 anos, em crianças e adolescentes.

Apesar de o Brasil ser um país tropical, em que há Sol na maior parte do ano, uma das principais causas da hipovitaminose (falta de vitamina) D é a baixa exposição ao raio ultravioleta e o alto consumo de alimentos processados, ricos em sódio, como o açúcar e a gordura de baixa qualidade, pobres em vitamina D.

Seus benefícios 

A vitamina D é considerada um hormônio, que possui uma importância enorme na manutenção da saúde óssea, atuando no equilíbrio do cálcio e fósforo. Além disso, contribui com os dentes. 

“Estudos científicos, ainda em análise, apontam que níveis adequados dela no sangue possuem impactos significativos no sistema imunológico, prevenindo o desenvolvimento e/ou complicações de doenças crônicas, como diabetes, hipertensão, doenças cardíacas, câncer, osteoporose, esclerose múltipla, psoríase, obesidade, entre outras”, comenta a nutricionista Dra. Ana Ceregatti, de Campinas. 

Onde encontrar? 

Aproximadamente 90% da quantidade de vitamina D necessária ao organismo humano provém da exposição ao Sol, sua principal fonte. Ainda assim, ela pode ser encontrada também em alguns alimentos, como salmão, bacalhau, leite e gema do ovo. “Até mesmo o alimento com as maiores quantidades da substância, como o salmão, conta com apenas cerca de 7% das necessidades diárias de vitamina D em uma porção de 100 gramas. Então, apesar de uma dieta equilibrada ser essencial, o Sol ainda constitui a principal fonte dela”, alerta a dermatologista Dra. Livia Pino, do Rio de Janeiro. 

Hora de repor

Quando são identificados os problemas causados pela falta da vitamina D, como a osteoporose ou a perda de massa óssea, já não há como reverter o quadro, mas amenizá-lo, repondo o que faltou. Isso é feito com uma suplementação balanceada – muitas vezes manipulada – e indicação de exposição ao Sol. 

Como explica a Dra. Denise, a melhor forma de reposição de vitamina D, de acordo com o consenso da Sociedade de Endocrinologia e Metabologia (SBEM), de 2014, é a suplementação via oral de colecalciferol (vitamina D3 – metabólito da vitamina D) e/ou exposição solar (salvo contraindicações). Por se tratar de uma vitamina lipossolúvel, ou seja, que é mais bem absorvida com gorduras, sua reposição pode ser realizada junto com uma refeição.

Exposição ao Sol 

Aqui entramos em uma polêmica, afinal somos orientados o tempo inteiro sobre os perigos do Sol e como devemos nos proteger, e segundo os dermatologistas, o protetor solar bloqueia a absorção dos raios solares. 

Porém, o Sol é fundamental para ativar a produção da vitamina D na pele, quando há exposição direta à luz solar. “No Brasil, temos Sol o ano inteiro. Mesmo com intensidade menor no inverno, existe radiação ultravioleta todos os dias”, explica a Dra. Livia. 

Levando isso em consideração, procure se expor ao Sol ou claridade (no inverno) de 6 a 15 minutos diários, tempo suficiente para a produção da vitamina. 

“As pessoas no dia a dia passam normalmente filtro solar apenas na face e colo, deixando os braços e pernas expostos. Diariamente, o simples fato de sair do trabalho e ir à rua para almoçar já é suficiente para a exposição solar necessária diária”, indica a Dra. Livia. 

Mesmo assim, especialistas recomendam atenção à exposição solar inadequada e exagerada, pois o câncer de pele no Brasil já é o maior em número de casos. Então a dica é: Proteja-se do Sol! Respeite os horários e tempo indicados para exposição solar pelo seu médico.

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