terça-feira, 22 de novembro de 2016

PEGN e Facebook premiam 12 empreendedoras que se destacaram em 2016 - Por Mariana Iwakura As vencedoras da primeira edição do Prêmio Gr...

AS VENCEDORAS DO PRÊMIO GRANDES MULHERES

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PEGN e Facebook premiam 12 empreendedoras que se destacaram em 2016 - Por Mariana Iwakura

As vencedoras da primeira edição do Prêmio Grandes Mulheres foram reveladas hoje, 21/11, em um jantar no espaço Cantaloup Next Door, em São Paulo. A premiação, uma iniciativa de Pequenas Empresas & Grandes Negócios em parceria com o Facebook, consagrou empreendedoras em quatro categorias: #ElaFazHistória, Pequena Empresa, Startup e Negócio Social. A Grande Vencedora da noite foi Mônica Burgos, da Avatim.

As ganhadoras foram escolhidas entre 400 inscritas de 20 estados do país. "Queremos dar visibilidade as histórias das mulheres para que elas sejam vistas também como as mentes brilhantes por trás desses negócios", afirma Sandra Boccia, diretora de redação de Pequenas Empresas & Grandes Negócios. Camila Fusco, diretora de empreendedorismo do Facebook, destacou que os eventos da rede social que fazem parte do programa #ElaFazHistória, voltado para empreendedoras, já capacitaram mil pessoas presencialmente. "Essa é uma forma de municiar as mulheres com ferramentas para enfrentar a desigualdade de gênero", diz Camila.

Conheça as vencedoras do Prêmio Grandes Mulheres em 2016. Confira a cobertura completa da premiação na edição de dezembro de Pequenas Empresas & Grandes Negócios. 



Categoria #ElaFazHistória

Primeiro lugar
Mônica Burgos, da Avatim – também consagrada a Grande Vencedora
Recém-separada e com três filhos, a advogada Mônica Burgos, 49 anos, viu no empreendedorismo a possibilidade de mudar sua vida. Autodidata, ela começou um negócio de aromatizantes artesanais em Ilhéus (BA), em 2002. Hoje, a empresa de marketing olfativo fabrica e vende produtos de higiene pessoal e perfumaria e produz fragrâncias exclusivas para clientes como H.Stern, Arezzo e Copacabana Palace. A Avatim tem mais de 70 lojas em 17 estados do Brasil, além de mil revendedores ativos porta a porta. O faturamento deve chegar a R$ 50 milhões em 2016.

Segundo lugar
Sarah Lazaretti, da Alergoshop
A enfermeira Sarah Lazaretti, 57 anos, começou a empresa, em 1993, a partir de uma dificuldade pessoal: sua filha, Marina, sofria de vários tipos de alergia e precisava de travesseiros e produtos de higiene especiais. A Alergoshop, de São Paulo, desenvolve e comercializa cosméticos, capas de colchão, maquiagem e produtos de limpeza hipoalergênicos. Hoje, os itens são vendidos em três lojas próprias, 12 franquias e 300 pontos de venda multimarcas. A previsão de faturamento é de R$ 6 milhões neste ano.

Terceiro lugar
Fernanda Ferraz Braga de Lima, da Gradual Investimentos
Após a morte do pai, Paulo Cesar de Lima, em 2006, Fernanda de Lima, 47 anos, assumiu a corretora que ele havia fundado em 1998. Economista, ela havia trabalhado em grandes bancos de investimento, mas precisou enfrentar a resistência da equipe, praticamente toda masculina, para liderar e transformar o negócio. Em dez anos, a Gradual diversificou seus serviços e saiu de pouco mais de R$ 50 milhões para cerca de R$ 5 bilhões sob administração. O faturamento em 2016 deve ser de R$ 50 milhões.

Categoria Negócio Social

Primeiro lugar
Vivian Sória Veiga, do Moradigna
A arquiteta Vivian Sória Veiga, 28 anos, aceitou fazer parte da sociedade do Moradigna, em 2015, por acreditar no potencial do negócio: ajudar as pessoas de baixa renda a ter uma moradia digna. A empresa faz reformas rápidas, com foco na prevenção e no combate à umidade e à falta de iluminação. As obras duram em média quatro dias, e o valor pode ser parcelado em 12 vezes sem juros. Já foi possível beneficiar 160 moradias e impactar 460 pessoas. A previsão de faturamento em 2016 é de R$ 800 mil.

Segundo lugar
Flávia R. S. de Paula, da F123 Consulting
A F123 foi fundada em Curitiba (PR), em 2010, por Flávia de Paula, 42 anos, e seu marido. O objetivo era criar ferramentas para que pessoas com deficiência visual tivessem acesso à educação e ao emprego. Hoje, o software F123 Visual, que transforma em áudio os textos dos computador, é usado em 20 países. O F123 Access, que melhora a acessibilidade dos sites, está em mais de 70 países.

Terceiro lugar
Milena Curado de Barros, da Cabocla Criações
Milena, 41 anos, começou a fazer roupas de algodão cru com bordados tradicionais em 2005. Dois anos depois, fundou a Cabocla Criações, em Goiás Velho (GO). A peças são uma forma de registro do patrimônio histórico, cultural e natural do país. Desde 2008, a mão de obra contratada vem de detentos e egressos da Unidade Prisional de Goiás.

Categoria Pequena Empresa

Primeiro lugar
Gladys Mariotto, da Já Entendi
Aos 36 anos de idade, Gladys Mariotto, hoje com 53 anos, prestou seu primeiro vestibular. Portadora de transtorno de déficit de atenção, ela desenvolveu um método de estudo para absorver o conteúdo. Mais tarde, em 2012, essa metodologia viraria a Já Entendi, uma plataforma de capacitação voltada para a base da pirâmide. A empresa foi acelerada pela 500 Startups, do Vale do Silício, e hoje tem entre seus clientes funcionários da Natura e do Walmart. Em 2016, bateu a marca de 1,5 milhão de trabalhadores capacitados e deve chegar a um faturamento de R$ 4 milhões.

Segundo lugar
Marcia T. Werle, da Biotechnos
Marcia Werle, 43 anos, fundou a Biotechnos em 2007, depois de ter trabalhado por 17 anos em uma indústria de Santa Rosa, no Rio Grande do Sul. Seu objetivo era criar um negócio que fosse útil para o planeta. A proposta era desenvolver um combustível menos poluente, à base de óleos residuais. Com os projetos da empresa, já foram instaladas 28 usinas no Brasil. O faturamento do negócio deve ser de R$ 1,5 milhão neste ano.

Terceiro lugar
Fernanda de Oliveira Fontenele, do Acreditando
Após sofrer um acidente de carro e ficar tetraplégica, em 2003, Fernanda de Oliveira Fontenele, hoje com 29 anos, procurou tratamentos que possibilitassem uma recuperação neuromotora. Após aprimorar um método americano, ela criou o Acreditando, em 2010. A empresa oferece serviços de fisioterapia e condicionamento físico específicos para pessoas com lesões neuromotoras.

Categoria Startup

Primeiro lugar
Tatiana Pezoa, da Trustvox
Depois de criar duas startups, Tatiana Pezoa, 42 anos, resolveu investir em uma certificadora de resenhas online. A Trustvox, fundada em Campinas (SP) em 2014, coleta e publica resenhas de produtos e lojas virtuais feitas por clientes que já efetuaram a compra. Com a ferramenta, a taxa de conversão dos clientes aumentou até 40% entre 2014 e 2016. O faturamento previsto para 2016 é de R$ 1,4 milhão.

Segundo lugar
Cristina Junqueira, do Nubank
Depois de trabalhar em banco, Cristina Junqueira, 33 anos, resolveu criar algo novo. Na época, o conceito do Nubank começava a ser desenhado. Ela se juntou ao sócio David Vélez, 35 anos, para desenvolver a ideia que redefiniria padrões de serviços financeiros no Brasil. Lançado em 2014, o cartão já foi solicitado por 5 milhões de brasileiros. A empresa já recebeu US$ 99 milhões em aportes.

Terceiro lugar
Camila Fernandez Achutti, da Ponte21 e do MasterTech
Camila Achutti, 24 anos, fez um estágio de três meses no Google, no Vale do Silício, e lá teve a ideia da Ponte21, uma consultoria para introduzir a inovação digital nas grandes empresas. O negócio foi aberto em 2015. Na sequência, a empreendedora investiu no Mastertech, plataforma de educação para temas como inteligência artificial e internet das coisas.

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