quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

Em entrevista exclusiva, ela nos fala sobre sua estreia e seu principal papel, o de ser mãe Por Elaine Medeiros Parece que o tempo nã...

Um pouco mais de perto

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Em entrevista exclusiva, ela nos fala sobre sua estreia e seu principal papel, o de ser mãe

Por Elaine Medeiros


Parece que o tempo não passa para ela. Seu rosto lembra o de uma eterna menina, mas num breve bate-papo com Débora Falabella, a gente logo se dá conta de que, na verdade, trata-se de uma mulher de 37 anos, talentosíssima e determinada no que faz, que acumula trabalhos marcantes como, por exemplo, o da personagem Nina da novela Avenida Brasil (em 2012), a qual coincidentemente levou o mesmo nome de sua filha de 6 anos com o músico Eduardo Hipólitho.

Aliás, desde essa época, ela namora o ator Murilo Benício, com quem contracenou. Agora, de volta a São Paulo, com o premiado espetáculo Contrações, a atriz nos conta como está sendo a experiência.

STYLE MAGAZINE - Como é para você contracenar uma peça que estreou em São Paulo, circulou por alguns estados e agora retorna à cidade em sua quinta montagem? Afinal, você produziu e contracena.

DÉBORA FALABELLA - No teatro, quanto mais você faz, mais fica melhor. Você ultrapassa todas as questões que às vezes se tem no início em relação ao texto, à dificuldade de fazer o espetáculo pela primeira vez, de não saber como será a reação da plateia, enfim. Esse espetáculo nunca se encaixou tão bem com as questões discutidas atualmente. Cada vez que o remontamos, temos novas intenções para o texto. Espetáculos assim merecem ter vida longa mesmo.

S.M. - Falando de outro papel, o que significa ser mãe para você?
D.F. -
É tão natural e, ao mesmo tempo, tão surpreendente. É como se a vida se dividisse em dois momentos. Um em que você é só filha e o outro em que você se torna mãe e volta no tempo, aprende a ter mais paciência na vida e com as coisas e abrir mão. É um amor que eu nunca tinha experimentado, acho que isto é o mais importante. Um amor que cresce e se multiplica a cada segundo.

S.M. - Por falar em papéis, quando a gente vai poder rever você na TV ou nos cinemas?
D.F. -
Acabei de gravar uma série na Globo chamada Nada será como antes, que conta a história de um casal, interpretado por mim e pelo Murilo Benício. Ela se passa no início da televisão; ele é um produtor e ela, uma atriz de rádio que migra para a TV. No cinema, estou com três filmes realizados no ano passado: O Beijo no asfalto, Todo clichê do amor e o que acabei de rodar em Curitiba, O filho eterno. No teatro, sigo com Contrações em cartaz no Teatro Shopping Frei Caneca, viajando por lugares que ainda não fui, e provavelmente também com a temporada da peça Mantenha fora do alcance do bebê, com texto de Silvia Gomez.

S.M. - Agora falando sobre moda, qual é o seu estilo?
D.F. -
Depois de certa idade, a gente começa a ter um estilo próprio de se vestir que sequer conhecia. Sempre gostei de moda, ao ponto de ter uma marca de vestido com características retrô, então gosto de roupas assim. Quando gravei, por exemplo, essa última série da Globo, fiquei enlouquecida com as roupas escolhidas pelo figurista Cao. É claro que eu não uso roupas antigas, mas gosto de misturá-las com as peças de hoje e criar meu próprio estilo.

BATE-BOLA

Um filme para rever: Noite Americana.

Algo que quer alcançar: Alegria, saúde e tranquilidade na vida.

O que não pode falta no closet:  Um bom par de sapatos masculinos; vestidos e roupas confortáveis no geral.

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