quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

Por Ana Carolina Contri Os bodies saíram das praias e invadiram o streetstyle sem data para di...

Por Ana Carolina Contri

Os bodies saíram das praias e invadiram o streetstyle sem data para dizer adeus! E o que seria mais legal do que curtir os dias de calor durante o carnaval com muito estilo? Bodies incríveis e customizados especialmente para a semana de folia.
Vale lembrar que eles são um revival dos anos 80 e garantem um look completamente fresh e cool para os dias de verão. E o melhor? Tem para todos os gostos, modelos monocromáticos, estampados com frases divertidas, florais, recortados ou mais "comportados", ideais para todos os gostos. O segredo é se divertir e usar a imaginação! Dá uma olhada nas peças que selecionamos:


1- ROXY
2- ANIMALE por SHOP2GETHER
3- PADE D POR SHOP2GETHER
4- GATABAKANA

1- TUFI DUEK
2- STREND
3- MORMAII ORIGINAL


1- PAT PAT'S POR GALLERIST
2- TIGRESSE
3- TVZ
4- DIMY

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

Em entrevista exclusiva, ela nos fala sobre sua estreia e seu principal papel, o de ser mãe Por El...

Em entrevista exclusiva, ela nos fala sobre sua estreia e seu principal papel, o de ser mãe

Por Elaine Medeiros


Parece que o tempo não passa para ela. Seu rosto lembra o de uma eterna menina, mas num breve bate-papo com Débora Falabella, a gente logo se dá conta de que, na verdade, trata-se de uma mulher de 37 anos, talentosíssima e determinada no que faz, que acumula trabalhos marcantes como, por exemplo, o da personagem Nina da novela Avenida Brasil (em 2012), a qual coincidentemente levou o mesmo nome de sua filha de 6 anos com o músico Eduardo Hipólitho.

Aliás, desde essa época, ela namora o ator Murilo Benício, com quem contracenou. Agora, de volta a São Paulo, com o premiado espetáculo Contrações, a atriz nos conta como está sendo a experiência.

STYLE MAGAZINE - Como é para você contracenar uma peça que estreou em São Paulo, circulou por alguns estados e agora retorna à cidade em sua quinta montagem? Afinal, você produziu e contracena.

DÉBORA FALABELLA - No teatro, quanto mais você faz, mais fica melhor. Você ultrapassa todas as questões que às vezes se tem no início em relação ao texto, à dificuldade de fazer o espetáculo pela primeira vez, de não saber como será a reação da plateia, enfim. Esse espetáculo nunca se encaixou tão bem com as questões discutidas atualmente. Cada vez que o remontamos, temos novas intenções para o texto. Espetáculos assim merecem ter vida longa mesmo.

S.M. - Falando de outro papel, o que significa ser mãe para você?
D.F. -
É tão natural e, ao mesmo tempo, tão surpreendente. É como se a vida se dividisse em dois momentos. Um em que você é só filha e o outro em que você se torna mãe e volta no tempo, aprende a ter mais paciência na vida e com as coisas e abrir mão. É um amor que eu nunca tinha experimentado, acho que isto é o mais importante. Um amor que cresce e se multiplica a cada segundo.

S.M. - Por falar em papéis, quando a gente vai poder rever você na TV ou nos cinemas?
D.F. -
Acabei de gravar uma série na Globo chamada Nada será como antes, que conta a história de um casal, interpretado por mim e pelo Murilo Benício. Ela se passa no início da televisão; ele é um produtor e ela, uma atriz de rádio que migra para a TV. No cinema, estou com três filmes realizados no ano passado: O Beijo no asfalto, Todo clichê do amor e o que acabei de rodar em Curitiba, O filho eterno. No teatro, sigo com Contrações em cartaz no Teatro Shopping Frei Caneca, viajando por lugares que ainda não fui, e provavelmente também com a temporada da peça Mantenha fora do alcance do bebê, com texto de Silvia Gomez.

S.M. - Agora falando sobre moda, qual é o seu estilo?
D.F. -
Depois de certa idade, a gente começa a ter um estilo próprio de se vestir que sequer conhecia. Sempre gostei de moda, ao ponto de ter uma marca de vestido com características retrô, então gosto de roupas assim. Quando gravei, por exemplo, essa última série da Globo, fiquei enlouquecida com as roupas escolhidas pelo figurista Cao. É claro que eu não uso roupas antigas, mas gosto de misturá-las com as peças de hoje e criar meu próprio estilo.

BATE-BOLA

Um filme para rever: Noite Americana.

Algo que quer alcançar: Alegria, saúde e tranquilidade na vida.

O que não pode falta no closet:  Um bom par de sapatos masculinos; vestidos e roupas confortáveis no geral.

Por Julia Moraes/colaboração de Marisa Abel Ícone de originalidade e personalidade forte, a Elke...

Por Julia Moraes/colaboração de Marisa Abel
Ícone de originalidade e personalidade forte, a Elke é pura maravilha e nos brinda com uma deliciosa entrevista exclusiva para Profashional

Não é difícil encontrar mil e duas coisas escritas sobre Elke Maravilha em sites e revistas, afinal, há tempos, ela faz parte de nosso imaginário e tornou-se mais do que uma personalidade na mídia.
Nascida Elke Giorgierena Grunnupp Evremidesm, esta russa, naturalizada alemã, que está prestes a completar 65 anos, fala com naturalidade de suas aspirações, visões de futuro e morte.
Dona de uma voz doce e repleta de conclusões firmes, Elke apresenta os ornamentos que a tornam essa “mulher maravilhosa”. 
Sem fronteiras ou preconceitos, suas afirmações reforçam novos sentidos, e as guerras, como no hinduísmo, adquirem aspectos metafóricos e necessários para grandes revoluções internas na existência de cada um. Alegórica, humana e consciente de seu papel no mundo, Elke Maravilha é dada a rompantes e não tem restrições na dialética. Não fala com cuidado, e exalta com amor e/ou paixão passagens importantes de sua vibrante vida.
Linda e especial, a ex-modelo e atriz é embalada pela cultura mineira e é cidadã do mundo (fala oito línguas), não dispensa uma boa cachaça e a companhia de suas maiores riquezas, seus amigos.
Conheça um pouco mais dessa mulher que engata uma história na outra como que em um filme de plano sequência e sempre carrega suas referências, santos e amores no coração.

Profashional: Em 22 de fevereiro, você completará 65 anos, como estão os preparativos?
Elke Maravilha: Preparo na hora. O negócio é na hora mesmo, não projeto nada para adiante, desde pequena, sou assim. Porque não sei se estarei aqui amanhã.

P.: Num mundo em que a beleza é supervalorizada, até onde você vai em busca do contentamento estético?
E. M.:
Meu conceito de beleza sempre foi diferente. Acho que tenho uma coisa socrática, algo como ética + estética. Quando eu era jovem, tinha uma beleza e, agora, aos 64 anos, outra. Ficar velho e ficar feio? Eu não acredito nisso! Sabe, eu acho que Deus errou com a gente, e acho que ele fez de sacanagem. Quando ele fez os animais, todos nasceram belíssimos, sabendo por que vieram. Nós não! Nascemos sem saber exatamente como agir, meio sem rumo, mas a gente é o máximo, o resto que se exploda. Nós nascemos macacos pelados e pretensiosos. Eu tenho um gato e um cachorro de rua, eles não precisam de banho de loja, eu preciso. Eles já sabem o papel deles, que devem comer, fazer cocô, e nós ficamos tateando a vida inteira. A gente tem de dar um jeito. Tento fazer de mim uma obra de arte; tento me melhorar e evoluir, ficar velho é muito bom. Quando fiz 51, achei que era uma ótima ideia e 64 anos, então... Quando a gente ficar ultrapassado, a gente tem de deitar e dormir. A Terra tem gente demais. Essa é a minha ocupação e não preocupação.

P.: A que você brindaria hoje e bebendo o quê?
E. M.:
À vida e ao prazer, sempre! E com cachaça mineira.

P.: Das impressões de guerra experimentadas por seu pai, quais foram assimiladas em sua vida?
E. M.:
A guerra é necessária, ele não falou, mas eu saquei. Enquanto formos como somos, temos de ter guerras. Todas que tivemos, fomos nós que plantamos. Plantamos bananas e não colhemos cerejas. Plantamos bananas e colhemos algumas bem grandes para enfiar no ‘rabo’ da gente. A guerra é maravilhosa porque ninguém é mais ‘porra’ nenhuma e ela nos coloca no nosso devido lugar. Nós, simples mortais, não sabemos o que é o bem e o mal e sim o que é desagradável. A guerra é necessária! Minha avó era mongol e passou por três guerras, meu avô, por algumas. Eles passaram muita fome, mas nunca disseram “ah, o que fizeram comigo?”. Não existe aquela coisa de coitadinho de mim. Eu perguntava para o meu pai se ele havia sido torturado e ele respondia “ah, de vez em quando enfiavam algo embaixo da minha unha”, como se fosse normal, sem aquela coisa para ficarmos com dó. Seja trágico, mas nunca dramático. O trágico aceita o inexorável.

P.: Sabemos que veio para o Brasil muito pequena, mesmo assim, você se recorda do que mais te impressionou?
E. M.:
No caminho para o Brasil, foram os golfinhos, fiquei encantada! Nós fomos para Minas viver no meio dos negros, escravos, eu nunca tinha visto uma pessoa de cor tão intensa; aí eu fiquei com medo e chorava e meu pai quase me bateu para eu ir no meio deles, mas quando me levou, quase me bateu porque eu não queria mais voltar de lá. Não tenho boa memória da minha primeira infância.

P.: Há tempos, você declarou que “65 anos é uma boa idade para se morrer”. Anda pensando nisso ou alguma coisa mudou de lá para cá?
E. M.:
Meu pai morreu com essa idade e foi uma morte maravilhosa. Eu não posso é ficar vencida! (gargalhadas). Hoje, a gente vê muita burrice por aí, porque jovem burro pode, mas velho burro não! Burrice na velhice é muito feio e antiestético.

P.: Em sua época de modelo, você chamava atenção por ter muita atitude na passarela. Não demorou nada para que grandes nomes da moda começassem a criar para você. Desses nomes importantes, de quem guarda carinho e por quê?
E. M.:
De todos, Guilherme Guimarães. Também consegui ser respeitada pelo Clodovil e todos os outros, foi muito legal. Pela Zuzu, tenho carinho e respeito. Ela era sujeito homem, de muita coragem e eu admiro isto.

P.: Qual é sua relação com a moda atual? Você cria, manda fazer ou experimenta criações da nova geração?
E. M.:
Sou muito amiga do Ronaldo Fraga. A moda acordou para um fato. Ronaldo Fraga disse uma frase muito boa, que a “moda não é simplesmente modelo indo e vindo na passarela é muito mais que isso”. O Brasil está indo brilhantemente e encontrou o seu caminho. Os desfiles são magníficos, são grandes shows e está muito interessante a procura da brasilidade. Não gosto de quem busca raízes porque fomos feitos para voar, quem tem raiz é árvore. Sobre as criações, a maior parte é feita em casa, pela Agazil. Eu monto coisas com a minha mão. Meu dedo é todo furado de tanto bordar e costurar. Walério Araújo também faz coisas ótimas. Breno Neves (São João Del Rei) faz coisas monumentais. Conheci quando ele desenhava para Guilherme Guimarães, em meados de 1970. Beto Kelner, da Gatos de Rua, tem feito cabeças bem interessantes. Colares e adereços, eu monto. Às vezes, eu compro alguns e desmancho, faço outros maiores. Gosto de pegar peças antigas e remeter ao futuro. Comprei algumas coisas em Marrocos, também na Grécia e no Japão. Costas Athanassotous está com um projeto bacana, vai montar algo pra gente. Eu raramente vou a shopping centers em viagens, gosto de coisas culturais dos países e de misturar tudo. Às vezes, estou com várias coisas misturadas do Brasil, da Rússia, do Japão. Gosto muito de toda essa mistura, e o Brasil é isso. Ah, e as botas do Fernando Pires? Ele é maravilhoso, quanto mais velha fico, mais eu gosto de botas, as acima do joelho, tenho até uma que chega na ‘periquita’. (mais gargalhadas)

P.: Ao olhar suas fotografias antigas, nota-se uma menina doce e de riso fácil, quando o riso virou gargalhada, quando a “Maravilha” aflorou em você?
E. M.:
Desde pequena, eu sou assim, mas pensando bem, na adolescência, eu usava muito preto, aí, um dia, eu acordei e explodi em cor. Levei ‘porrada’ na cara no início, mas depois melhorou. E, para mim, é como se diz em Minas, não gostou? Come menos!

 P.: Por onde você já passou?
E. M.:
Morei em Itabira, Valadares, Atibaia, Bragança, Porto Alegre, Grécia, tantos lugares! Vivi um ano e meio dentro de um carro pela Europa, só viajando. Este mês, faço 40 anos de Rio de Janeiro. Sobre São Paulo, existe muita violência, mas é a cidade do dinheiro, e se valorizarem a violência, as pessoas que têm dinheiro vão embora da cidade, como fugiram do Rio. Uma vez, estava em Sampa em um táxi com o vidro aberto e passou um carro da polícia, o guarda me pediu para fechar o vidro e eu respondi que a única vez em que quase fui assaltada foi pela polícia, ele ficou sem jeito. Em Atibaia, morei no Rancho das Amoreiras, foi meu pai quem levou a plantação de morangos para lá e hoje é símbolo da cidade e ela é uma das maiores exportadoras. Meu pai é relembrado com muita referência por onde andou. É muito bom ser filha dele, principalmente porque ele sempre foi um idealista, a vida inteira.

P.: A primeira peruca a gente nunca esquece, quando e como foi a sua primeira experiência?
E. M.:
Quando eu estava com os negros lá na roça, as mulheres usavam tranças e, quando soltavam, tinham os cabelos maravilhosos. Elas falavam que era o meu que era bom, mas eu achava uma b... Um dia, eu pensei: Vou dar um jeito nesse cabelo. Meu sonho era ter cabelo de negro e o Nelsinho me ajudou e eu assumi a minha negritude. A Estoril faz as perucas. Já meus rabos velhos viram dreads, eu costuro e a Marilene monta. Rony (São José do Rio Preto) faz uma peruca africana divina. Eu tenho muita ajuda nessa brincadeira. Graça a Deus.

P.: Todo mundo sabe da sua devoção por “painho”, o que foram os 14 anos ao lado de Chacrinha?
E. M.:
Uma coisa! Painho era um gênio! Tanto dentro, quanto fora, de uma generosidade, e tão brilhante, uma coisa bem brasileira. Ele nunca estava ultrapassado, ele é atemporal. (Elke relembrou dele com a voz embargada de carinho)

P.: Quem hoje é motivo de sua admiração?
E. M.:
Nise da Silveira, primeira psiquiatra brasileira, fez o museu do inconsciente, dos chamados loucos, devia estar viva na alma das pessoas. Existe muita gente boa. O Brasil tá indo muito bem.
P.: Escuta alguém da nova geração da música?
E. M.: MV Bill, sou muito eclética! Gosto de Sepultura, Punk Rock, Ratos de Porão do João Gordo. Caipira, gosto muito! Pena Branca e Xavantinho, gosto de clássicos: Beethoven, Wagner. Gosto de funk no morro do Borel, mas tem de ir lá para dançar. Uakt é um grupo mineiro com instrumentos que eles mesmos fazem, adoro. Arrigo Barnabé, Itamar Assumpção. No meu espetáculo “Sagrado e Profano”, eu faço desde Sueli Costa, Antônio Nóbrega (sou apaixonada), Falcão, cultura negra, russa, argentina, grega... Cecília Meirelles. Adoro Clementina de Jesus.

P.: Você incomodou algumas pessoas na década de 1970, inclusive foi presa por isso, e denominada transgressora numa época um tanto confusa e repleta de estupidez. Como combateu essa onda de injustiças que assolou o País?
E. M.:
Eu não combati, sou uma apaixonada, meu ideal não está na bandeira e sim no coração. Quando sai do coração, aí não funciona. De coração, não posso fazer mal a ninguém, não puxar o tapete do outro. Sófocles dizia que “o amor é invencível nas batalhas” e eu acredito muito nisso. A estrutura enrijecida tem de ser quebrada.

P.: Fale de sua amizade com Zuzu Angel?
E. M.:
Foi ótima, desfilei muito para ela, no entanto, fui mais amiga do que manequim; quando a conheci, ela já tinha perdido o filho, estava na loucura. Ela me lembra Antígona, ela lutava muito! As pessoas diziam: “Cuidado, você vai ser morta” e ela respondia: “Já estou morta”. Tanto que a mataram. Zuzu era lenta no trânsito, as pessoas gritavam “barbeira”, e eu reclamava, falava pra ela andar mais rápido e ela dizia: “Oh, Elke, você não quer andar comigo, ande de táxi!”. A loucura dela não era a velocidade e sim o filho.

P.: Você adora uma cachaça?
E. M.:
Nasci na Rússia, tenho álcool no DNA, meu pai dizia: “Não confie em ninguém que não bebe”, que é um ditado russo. E espírito significa álcool, em latim. Então, somos espiritualizados (mais gargalhadas). Meu pai dizia pra não fazer do álcool uma rotina porque o corpo não gosta de rotina.

P.: Não ter tido filhos foi uma escolha sua “À La Machado de Assis” em “Memórias póstumas de Brás Cubas”?
E. M.:
Nunca li, mas admiro muito! Eu fiz aborto sem a menor culpa, é porque eu não sei educar uma criança. Eu não sabia o que queria ser quando criança, mas sabia o que não queria. Eu não posso ter âncoras. Minha pesquisa pessoal indica que 70% das mulheres não deviam ter filhos. Não sou leitora de livros, mas sou leitora de pessoas e, para tudo, tem de ter talento e, para pai e mãe, também precisa ter o dom. Ah, não dou conta. Como eu fui precisa. Eu penso, ah, Elke, você foi danada, você sabia o que estava fazendo.

P.: É impossível não comparar o estilo Lady Gaga com o seu, como você vê toda essa brincadeira?
E. M.:
Ih, quem é? Não conheço.

Curtas e rápidas

Uma saudade: Brasil, esses dias, estava vendo um programa cultural brasileiro e disse que estava com saudade do Brasil. Cultura popular é o que faz o país.

Uma música: “El condor pasa” – música boliviana (neste momento, ela cantou pra gente, adoramos!).

Sempre na bolsa: Espelho e batom! Agenda.
O que guarda no coração: O mundo, as 7 bilhões de pessoas, gostaria de encarar todos, mas não dá tempo.

Um lugar para descansar: São João Del Rei, Prado, Bichinho, gostaria de morrer na Grécia, seria ótimo!

Uma gargalhada para quem: Dalai Lama, Nelson Rodrigues e Bin Laden (trilogia de gargalhadas).
Uma proteção para todo o sempre: Amigos, eu tenho muita sorte com eles. Há muitos anos, fui numa cartomante e ela me disse: “Nossa, como você tem amigos!”. Você percebe que tem amigos quando está ‘fudida’! Os meus nunca me abandonaram. O Sacha, meu ex-marido, que é bem mais jovem que eu, sempre foi meu amigo, virou parente já, ele mora comigo, mas somos separados. 

Um pensamento: Um amigo sagitariano, Leonardo Boffe me disse certa vez que da paixão o oposto é o ódio, o oposto do amor é a indiferença. Eu nunca tinha pensado assim, mas concordo, e o ódio desperta a pessoa e a indiferença mata. 

Crie um look para usar agora: Todo roxo, simples, mas poderosa, com alguma coisa de amarrar. Bota bem comprida, uma bolsa com uma entidade japonesa chamada Kuramatengo e, é claro, um dread.

Ser Profashional é: Meu amigo Abigar diz que uma pessoa inteligente é aquela que faz do mínimo o máximo, vou usar as palavras dele.




terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

Por Bruna Yuri Ouchi É tempo de folia! E nesse Brasil tão grande cada cantinho comemora de uma ...

Por Bruna Yuri Ouchi

É tempo de folia! E nesse Brasil tão grande cada cantinho comemora de uma forma diferente. Em São Paulo e no Rio de Janeiro, além dos desfiles no sambódromo, os bloquinhos de rua tomaram conta desta data. Têm também os carnavais mais tradicionais, como em Salvador, Recife, Olinda e Ouro Preto. Mas seja no bloco, praia ou avenida, saber o que é necessário levar na bolsa é muito importante. Ninguém quer ficar sambando com muito peso, não é mesmo? E, muito menos, ficar na mão porque esqueceu alguma coisa em casa. Então, criamos essa listinha para te ajudar a curtir o Carnaval com muito estilo e conforto!



1 – Protetor solar: ele é importante em qualquer dia do ano, mas como no Carnaval a pele fica superexposta e os dias estão mais quentes, é bom levá-lo na bolsa para repor o que o suor ou água do mar/piscina tirou.

2 – Água termal: ajuda a refrescar do calor sem borrar a maquiagem!

3 – Óculos de Sol: além de deixar o look estiloso, protegem os olhos dos raios solares.

4 – Água: manter-se hidratada é tão importante quanto proteger a pele do Sol.

5 – Lenço umedecido: muitas vezes banheiros químicos não têm papel higiênico, para não ter surpresa, lencinhos na bolsa são indispensáveis.

6 – Kit maquiagem básica: blush, rímel, iluminador e sombra para retocar a make.

7 – Camisinha: nunca se sabe como a folia pode terminar, não é? Então, proteja-se.

Agora que você já pegou nossas dicas, separe seus pertences e curta o Carnaval!

A marca apostou em um novo rosto para sua campanha de inverno 17. É a modelo alemã Anna Ewers, a nov...

A marca apostou em um novo rosto para sua campanha de inverno 17. É a modelo alemã Anna Ewers, a nova musa da moda internacional. Ao lado do top brasileiro Francisco Lachowisck, Ewers posou em Nova Iorque para o fotógrafo Giampaolo Sgura. O styling ficou por conta de Daniel Ueda e make feito por Maud Laceppe.


A nova campanha transborda musicalidade, sensualidade e atitude. Essa é a aposta da Colcci para o Outono Inverno 2017, que traz para o consumidor o universo dos festivais de rock and roll traduzido em peças e acessórios que certamente não passarão desapercebidos.

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

Nossa Publisher Sandra Teschner chamou a atenção com sua caracterização de Ariana-Taurina para o Ba...

Nossa Publisher Sandra Teschner chamou a atenção com sua caracterização de Ariana-Taurina para o Baile da Vogue que aconteceu na noite de ontem, no Hotel Unique, em São Paulo.
O estilista e amigo profashional confeccionou especialmente para a ocasião um vestido composto de rendas, nervuras em tecido inteligente de lycra com seda, de manga longa com punho de couro e uma fenda bem generosa, para representar toda a exuberância, força e personalidade de uma mulher ariana.  O look foi arrematado por uma tiara de chifre total black, seguindo o mood do vestido.

Entre tantos elogios durante a noite, o ponto alto foi o encontro das parceiras de signo, Sandra e Adriane Galisteu, que aproveitaram para colocar o papo em dia durante a festa. Vale lembrar que Galisteu foi a capa número zero da Revista Profashional, há 15 anos.

Valeu a pena todo o trabalho de Lino, já que o look da Sandra foi considerado um dos mais autênticos da noite. A gente amou!

Sandra Teschner de ariana black durante o Baile da Vogue 2017.

Sandra Teschner de ariana black durante o Baile da Vogue 2017.

O encontro das arianas Sandra Teschner e Adriane Galisteu.


Trio baiano: Sandra, com a assessora de imprensa Monique Melo e o amigo Joca Guanaes, irmão de Nizan.

Creditos: Make hair - Daniela Guimarães / Aplique - Euro So.cap

Evento acontece neste sábado e terá customização de acessórios A TVZ já está em ritmo de carnav...

Evento acontece neste sábado e terá customização de acessórios

A TVZ já está em ritmo de carnaval. Neste sábado (18), a loja da Rua Oscar Freire abrirá alas junto à figurinista Yasmim Arabe para um workshop de customização. Tiaras, máscaras e chapéus estarão disponíveis para as clientes escolherem acessórios carnavalescos exclusivos.

Durante o final de semana, a loja servirá cerveja long neck Stella Artois e terá a vitrine decorada com confetes e paetês.


Produtos estarão nos pontos de venda da marca a partir de 20 de fevereiro A Chilli Beans recebe...

Produtos estarão nos pontos de venda da marca a partir de 20 de fevereiro

A Chilli Beans recebe em todos os pontos de venda do Brasil, a partir de 20 de fevereiro, sua nova coleção em parceria com o DJ Alok - considerado o maior DJ brasileiro, com grande influência no cenário mundial da música eletrônica. 

Os produtos estarão disponíveis durante um mês e trazem em suas hastes a inspiração no gênero Steampunk - da ficção científica. Além de unir as inovações tecnológicas a peças vintage, referências como headphones e ferramentas essenciais de um DJ, também deixam a marca by Alok nos óculos.

"Sou apaixonado por óculos, uso em todas as minhas apresentações e estou feliz em ter desenvolvido essa coleção com a Chilli Beans", conta o DJ.

O lançamento acontecerá durante o carnaval em todas as gigs do Alok espalhadas pelo Brasil.


terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

Camarote da família Gil no Carnaval de Salvador é aromatizado pelo segundo ano consecutivo Depo...

Camarote da família Gil no Carnaval de Salvador é aromatizado pelo segundo ano consecutivo

Depois do sucesso do ano passado, o camarote Expresso 2222, que recebe convidados de Flora e Gilberto Gil no Carnaval de Salvador, será novamente aromatizado com uma fragrância exclusiva assinada pela Avatim. O perfume para interiores batizado de Expresso 2222 será borrifado nos espaços do camarote, principalmente hall de entrada, banheiros e SPA. A essência feita especialmente para a ocasião foi inspirada na alegria e no frescor do Verão baiano e traz notas de bergamota, lavanda e âmbar.

Durante os cinco dias de atividades do camarote, os convidados receberão brindes e poderão relaxar no SPA Avatim, que irá oferecer massagem relaxante corporal, nas mãos e mini ofurô para os pés. No espaço, serão utilizados os produtos da linha Santo Pé, lançamento recente da marca que inclui seis produtos para aliviar o cansaço, hidratar e revigorar pés e pernas.


segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

Longos e curtos, eles não são vestidos, mas percorreram os últimos red carpets com elegância. O mac...

Longos e curtos, eles não são vestidos, mas percorreram os últimos red carpets com elegância. O macacão já faz a vez do vestido de festa e o macaquinho ainda é uma das peças mais práticas no dia a dia. Por ser versátil e fazer o estilo "dress-and-go" este coringa feminino traz rapidez e modernidade ao look. 

O shape (quase) tomboy chega com inspirações do movimento streetwear, um estilo que destaca a feminilidade de forma despojada. Recortes, faixas e estampas, pensados pela marca para o corpo feminino, transformam o mood das peças e trazem novas formas de valorizar as cursas de uma mulher. Ombro a ombro, frente única e diferentes alturas de cintura trazem versatilidade


quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

Nesse verão, os bodies saíram das praias e piscinas e ganharam espaço nas principais produções de s...

Nesse verão, os bodies saíram das praias e piscinas e ganharam espaço nas principais produções de streetstyle. Com um mood que transita entra um revival dos anos 80 e a tendência do sereismo, os maios são a peça-chave do Carnaval, permitindo aproveitar os dias de folia de forma cool e fresh.

Os bodies aparecem em modelos monocromáticos, estampados com frases divertidas, florais, recortados ou mais "comportados", ideais para todos os gostos. O segredo é se divertir e usar a imaginação!




terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

A Publisher Sandra Teschner esteve passando uma temporada em Salvador e sua agenda recheada de novi...

A Publisher Sandra Teschner esteve passando uma temporada em Salvador e sua agenda recheada de novidades de novos parceiros lhe rendeu destaque também na coluna July, em um jornal local. 

De volta a São Paulo, Sandra deu start em projetos que prometem um ano cheio de coisas boas, promissoras e inovadoras para os clientes da Profashional Editora.


Evento de tendências de moda organizado pela Focus Têxtil terá debate e apresentará resultados de p...

Evento de tendências de moda organizado pela Focus Têxtil terá debate e apresentará resultados de projeto sustentável com novos talentos na área



No próximo dia 8 de fevereiro a Focus Têxtil, uma das maiores distribuidoras de tecido do Brasil, irá celebrar e apresentar os resultados de seu projeto social que tem curadoria do estilista Walter Rodrigues, o Focus Design Visions. A apresentação irá ocorrer durante a palestra "Uma trajetória de sustentabilidade e criatividade na moda" e todo o projeto teve o intuito de formar novos talentos preocupados com a questão da sustentabilidade.

Segundo Rodrigues, a indústria da moda é uma grande geradora de resíduos, já que tudo que produzido, dos sapatos às roupas, gera muitas sobras. "Foi muito inteligente da parte da Focus começar a pensar em dar um destino aos resíduos. Trabalhar com estudantes é importante para formar novos designers preocupados com essa questão", explica o estilista. Ele foi escolhido pela empresa por conta de seu trabalho na consultoria e pesquisa de sustentabilidade na moda. "Essa não virou minha bandeira, mas é muito importante que as novas gerações de designes entendam a importância do que estão deixando de lado nas suas criações: os resíduos".

Entre setembro e outubro de 2016, o Instituto Focus Têxtil (IFT) abriu inscrições gratuitas para selecionar dez estudantes. A ideia foi incentivar e subsidiar os alunos a explorarem teorias de sustentabilidade e inovação por meio de workshops de capacitação em criatividade. Esses conhecimentos deveriam ser cruzados com o design e a moda para resultarem na produção de peças sustentáveis e inovadoras. "Vivemos um momento muito duro e complicado. ‘Leveza’ é uma palavra que leva as pessoas a pensarem de uma forma mais altruísta, otimista. Os estudantes foram levados a pensar em como colocar essa palavra no design da moda", detalha Rodrigues sobre o processo de criação dos estudantes.

Os resultados obtidos e a experiência de Walter Rodrigues serão apresentados durante o Focus Fashion Day. "Em minha palestra do dia 8 de fevereiro, irei mostrar pela minha trajetória uma nova vivência em moda e sustentabilidade", adianta Rodrigues. Atualmente, o estilista se dedica à consultoria e pesquisa na área de moda, calçados e sustentabilidade, coordenando o Núcleo de Design da Assintecal e responsável pelo Inspiramais - Salão de Design e Inovação de Materiais.

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

Entre muitas entrevistas e eventos, a Publisher Sandra Teschner ganhou um espaço no jornal Tribuna ...

Entre muitas entrevistas e eventos, a Publisher Sandra Teschner ganhou um espaço no jornal Tribuna da Bahia, que contou um pouco da estadia de Sandra em Salvador nos últimos dias. Tem novidade boa vindo por aí!


Quem estiver de passagem pela Bahia, mais precisamente em Salvador, não pode perder essa superdica ...

Quem estiver de passagem pela Bahia, mais precisamente em Salvador, não pode perder essa superdica da Publisher Sandra Teschner: a esmalteria Miss Verniz. Pioneira no formato em território nacional, o espaço oferece tudo que as amantes de esmaltes querem ver. Tem desde marcas nacionais até produtos importados com cores diferentes e perfeitos para arrasar.


Além disso, a Miss Verniz ainda oferece a opção de esmalteria delivery e também atendimento para empresas. Tudo personalizado e com um bom gosto único! Para fechar a visita com chave de ouro e com direito a muitos mimos, Sandra escolheu um esmalte prateado (incrível!) para curtir os dias em Salvador! 

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

Empresa de underwear chamou a atenção pelo amplo stand e pelas novidades apresentadas nos quatro di...

Empresa de underwear chamou a atenção pelo amplo stand e pelas novidades apresentadas nos quatro dias de evento

A DelRio, grife referência em lingerie no Brasil, mais uma vez marcou presença no Salão Brasil Lingerie Sul, que aconteceu juntamente com a FENIN Feiras, entre os dias 25 e 27 de Janeiro, no Serra Park, em Gramado-RS. 


A empresa recebeu clientes e imprensa em um moderno, amplo e aconchegante stand para apresentar os lançamentos da sua recém-lançada linha noite, a DelRio Noite e algumas novidades em lingerie, como o cropped rendado com bojo estruturado, ideal para ser mostrado em todos os tipos de decote e a bermuda invisível, perfeita para ser usada com vestidos, roupas coladas ou simplesmente para evitar o atrito entre as pernas. As outras marcas do grupo Miss DelRio, Rio Man, Kids Club e Playboy - essa última licenciada- também apresentaram suas novidades e chamaram muita atenção do público, que se surpreendeu com as exclusividades! 


Na ocasião, quem passou pelo stand também participou de uma ação interativa: os visitantes “entravam” em uma vitrine, e posavam como modelos por alguns instantes, sendo fotografados para a “Capa de Revista DelRio”. A interação ficou ainda mais completa com a participação de dois modelos que desfilavam pelo stand, expondo os tops lançamentos modelos da DelRio e Rio Man. Confira a cobertura completa do que rolou no site e nas redes sociais da marca www.delrio.com.br.

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

Hoje nossa Publisher, @sandrateschner , está marcando presença na festa de Iemanjá no @ninonogueir...

Hoje nossa Publisher, @sandrateschner , está marcando presença na festa de Iemanjá no @ninonogueiradecor . E concedeu uma entrevista ao #tvforadecontrole , diversão garantida!




A gente acredita em fazer o bem! O resto vem!!!! Tia Lu hoje foi só nosso primeiro encontro!!

Passando uma temporada de férias em Ilhéus, Bahia, a Publisher da Profashional Editora foi notícia ...

Passando uma temporada de férias em Ilhéus, Bahia, a Publisher da Profashional Editora foi notícia em um jornal local, que conta tudo sobre o seu sucesso no mercado de comunicação customizada, publicitário e digital. 

De estudante de turismo na Alemanha à Rainha das Customizadas – título dado pela Revista Meio & Mensagem, a trajetória de Sandra Teschner inclui a criação da Profashional Editora, Revista Profashional e o pioneirismo na ideia de relacionamento através de mídias sociais e o envolvimento com associações beneficentes.


Para dar continuidade ao diálogo com seus consumidores e oferecer informações que os aproximem do u...

Para dar continuidade ao diálogo com seus consumidores e oferecer informações que os aproximem do universo de possibilidades da moda, democrática e acessível, a C&A, empresa que oferece produtos e experiências que vão além de vestir, patrocina a websérie Roupa de Homem. 

Comandado pelo apresentador e influenciador digital Caio Braz, o programa, veiculado nas redes sociais, conta com dez episódios e apresenta de forma leve e funcional as transformações da moda masculina, em uma época em que o próprio gênero é ressignificado, apresentando opções mais acessíveis e direcionadas para o homem brasileiro.


quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

A Publisher Sandra Teschner aprovou e já tem uma coleção dos modelos criados pela Lantejoula Shinin...

A Publisher Sandra Teschner aprovou e já tem uma coleção dos modelos criados pela Lantejoula Shining, marca sob o comando de Maysa Araujo.

Com peças que trazem um toque futurista com uma pegada retrô, ela prova que brilho nunca é demais, e se bem usado, pode transformar qualquer look em um evento. Maysa intitula a grife uma fusão de moda e arte, apostando no jeitão cosmopolita e aquele toque setentinha que todo mundo sempre gosta. 

Tecidos garimpados e estampas exclusivas fazem parte dessa mistura, onde o Beach e o Street Wear se unem num encontro Shining. Dá uma olhada nas peças arrematadas pela nossa Publisher: