sexta-feira, 24 de março de 2017

A Publisher e empresária baiana Sandra Teschner viajou à Bahia especialmente para o evento de inauguração da à Burguer, hamburgueria ideali...

A Publisher e empresária baiana Sandra Teschner viajou à Bahia especialmente para o evento de inauguração da à Burguer, hamburgueria idealizada por Rodrigo Dias, filho de Múrcio Dias, do Grupo Tokai e amigo de infância de Sandra Teschner. O espaço traz uma filosofia de experiência leve e prazerosa aos clientes. A inauguração também foi marcada pela presença de Kai Sales, filho da Publisher, firmando o poder da nova geração no universo do empreendedorismo. 

Localizada na Avenida Sabino Silva já é um dos points favoritos dos soteropolitanos!


quinta-feira, 23 de março de 2017

Evento mais esperado da noite paulistana, o aniversário da Publisher Sandra Teschner ganhou destaque no portal Michelle Marie. O evento tam...

Evento mais esperado da noite paulistana, o aniversário da Publisher Sandra Teschner ganhou destaque no portal Michelle Marie. O evento também irá celebrar os 14 anos da Profashional Editora, sob o comando de Sandra.


Shapes românticos, moletons e tons sóbrios são destaque da temporada É tempo de se preparar para a estação mais fria do ano. O inverno ...

Shapes românticos, moletons e tons sóbrios são destaque da temporada

É tempo de se preparar para a estação mais fria do ano. O inverno se aproxima e a C&A traz novidades exclusivas com referências globais para cada um encarar o frio do seu jeito, sem perder a modernidade. A coleção diversificada é resultado do novo posicionamento da marca, que acredita na moda como um serviço, e para isso torna-se um hub de auto-expressão oferecendo às pessoas a oportunidade de se empoderar com liberdade, realidade e atitude.

O feminino embarca no mood romântico e geek com influências orientais e college. É melting pot of fashion total para mulheres de espírito livre que adoram misturar e coordenar padrões para looks do dia cheios de personalidade.

Veludos e metalizados aparecem em saias e vestidos longos, as estampas tattoo desenham t-shirts de algodão e jaquetas jeans com bordados boho. Inspirada nas universidades americanas e na rotina cool das grandes cidades, a coleção chega com malhas, camisetas, bomber jackets e leggings, além do moletom, peça-chave da estação. 

Preto, branco e cinza fazem a trilogia de cores urbanas; tons terrosos e o rosê trazem o equilíbrio perfeito para dias mais suaves. O romantismo também está no ar, é tempo de amar peças com shapes que casam com o desejo da mulher contemporânea como o slip dress, saias midi, blusas de tule e vestidos com babados e florais.

Brilhos seguem em alta, com paetês localizados em camisetas que garantem momentos iluminados dia e noite, e a dupla suede + franja segue com força total em mais uma temporada com perfume de velho oeste. Os acessórios são versáteis e combinam com todas as tendências da temporada, destaque para as bolsas de couro em preto e caramelo, com ilhoses, tachas e franjas, com opções de alça curta e longa para usá-las transpassadas.

Para os homens, o militarismo é a aposta da estação, com peças nas cores preto e cinza. Moletons também são destaque para eles, nos casacos com influências do surfwear e nos camuflados imbatíveis para todas as idades. As camisetas surgem divertidas, com estampas dos desenhos animados da turma Looney Tunes e nos padrões do time campeão Barcelona. Os clássicos estão na linha de frente, com camisas pólo e calças em tons neutros para todas as ocasiões.

O infantil segue a linha adulta com mais leveza e alma lúdica. Meninos ganham roupas com pegada colegial e esportiva; o jeans combinado com o moletom é certeiro e dinâmico. Para as meninas, vestidinhos florais, saias e blusas em tons de rosa que confirmam o romantismo do outono/inverno 2017 da C&A.

A Coleção Virada Outono/Inverno C&A já está disponível em todas as lojas do Brasil, e também na loja virtual. (cea.com.br)


quarta-feira, 22 de março de 2017

Duda Bonini 11 anos, representou Salvador na Globo durante o programa The Voice Kids 2017 e mostrou que talento vem de berço. Com um ...


Duda Bonini 11 anos, representou Salvador na Globo durante o programa The Voice Kids 2017 e mostrou que talento vem de berço. Com um ano de idade, a família já percebeu que Duda Bonini nasceu para cantar. “Minha mãe conta que eu aprendi a cantar primeiro do que a falar”, diz a menina.

A vontade de participar no programa veio com a apresentação da mãe, Thaynara, da dupla Thayna e Thaynara, que participou da segunda edição do The Voice Brasil. “Assistia minha mãe cantando e queria fazer igual”, lembra Duda.

Logo de cara a talentosa e desiniba Duda agradou os jurados, em especial Ivete Sangalo quando cantou “Coisa Linda”, música do cantor e compositor Tiago Iorc, em parceria com Leo Fressato.

Gente, eu vivi um sonho. Foi muito especial participar do The Voice Kids 2017 e avançar cada etapa me fez cada vez mais feliz e disposta a fazer o que amo, que é cantar”, define Duda.

Como quase todas as meninas da sua geração, Duda é ligada nas redes sociais. Tem canal no Youtube, Musical.ly, Twitter, conta no Instagram e Facebook.


Confira o vídeo:


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Inspirada nas histórias em quadrinhos Identidade Secreta apresenta esmaltes e batons  Trazendo esse conceito heroico para o cotidiano f...

Inspirada nas histórias em quadrinhos Identidade Secreta apresenta esmaltes e batons 

Trazendo esse conceito heroico para o cotidiano feminino, a Impala – marca antenada e parceira das mulheres- acredita que toda mulher também tem seus super poderes. É a heroína de sua própria história, quando equilibra trabalho, família e vida pessoal. 

A coleção outono/inverno apresenta cinco cores de esmaltes e batons que são fortes tendências nas passarelas de moda do mundo. A Impala aposta novamente na bem sucedida combinação de esmalte + batom da mesma cor.

Esmalte: as cores – rosa, roxo, vermelho, nude amarronzado e marrom – refletem o cotidiano feminino, cheio de surpresas e situações imprevisíveis, que só uma heroína consegue lidar.

Os esmaltes são dermatologicamente testados e vem com pincel flat, que facilita a aplicação.

Batom: em embalagem tipo bastão, e seguindo a mesma cor dos esmaltes, os batons possuem textura aveludada, alta hidratação, cobertura perfeita, longa duração, secagem rápida e efeito matte instantâneo que não craquela.

Ataque Duplo: golpe certeiro para qualquer ocasião. Cor: marrom cremoso.

Arma Secreta: uma mistura convidativa inocente e sensual. Cor: nude amarronzado cremoso.

Super Poder: força e determinação que se manifestam dia a dia. Cor: vermelho cremoso.

Raio Púpura: para mulheres com ar de mistério e ousadia. Cor: roxo semi- brilho.

Plano Perfeito: a arte de transformar o improviso. Cor: rosa semi- brilho.


Preço médio sugerido esmalte: R$ 4,50

Preço médio sugerido batom: R$ 16,90

SAC Mundial Impala: 0800-5412595

segunda-feira, 20 de março de 2017

Com apenas 18 anos e portadora de Síndrome de Down, a australiana Madeline Stuart emagreceu 20 quilos para conseguir alcançar seu sonho: to...

Com apenas 18 anos e portadora de Síndrome de Down, a australiana Madeline Stuart emagreceu 20 quilos para conseguir alcançar seu sonho: tornar-se modelo profissional. Para ela, querer é poder e ela acaba de desfilar para a NYFW!

Por Drica Rosa


Fotos: erica a. nichols/ Jason Szenes/ divulgação

A beleza de Madeline é visível e vai além de um rosto bonito e exótico e cabelos de princesa. Ela passa uma energia daquelas que contagia a todos que a veem pessoalmente, por vídeo ou foto. 

A menina dança, nada, é líder de torcida e joga basquete. Sua vida ativa a fez sempre querer coisas novas e ser modelo profissional era um sonho que foi conquistado este ano. Ela é a primeira modelo profissional com Síndrome de Down. 

Alcançar seu objetivo teve como consequência transformar-se em inspiração para aqueles que vivem na mesma condição, além de fazer com que as pessoas a vejam com outros olhos. 

A modelo já estrelou diversas campanhas e desfilou a coleção de Primavera 2016 do designer sul-africano Hendrik Vermeulen, na NYFW, semana de moda de NY. Ela já está em negociação para novas campanhas e sonha em ter sua marca própria de roupas. 


Com a rotina agitada, Madeline Stuart e sua mãe Rosanne conseguiram um tempo para conceder uma entrevista exclusiva à Profashional. #papoprofashional 

Profashional: Como você se sente quando você anda na passarela? 
Madeline Stuart: Fico muito feliz e eu adoro quando as pessoas aplaudem. 

P.: Quem é sua referência de passarela ou fotos? 
M.S.: As pessoas e as câmeras são no que eu me concentro e olho para a pessoa que eu estou trabalhando para obter instruções. 

P.: Como foi o desfile da NY Fashion Week? Quais são os seus próximos desfiles? 
M.S.: O desfile foi incrível, o designer Hendrik e JD foram incríveis, eles são verdadeiramente gente do bem. No ano que vem, eu vou desfilar em Milão e Tóquio, nas semanas de moda. 

P.: Você dança, surfa e é muito ativa. Desde pequena foi isso? 
M.S.: Tenho praticado a dança desde que eu tinha cinco anos, mas eu só tenho surfado de vez em quando. A última vez foi no último Natal. 

P.: O que significa a palavra VENCER para você? 
M.S.: Eu realmente não entendo como vencer ou perder; eu acredito em tentar e fazer o meu melhor. 

P.: O que ainda precisa mudar nas pessoas para que elas compreendam mais sobre a Síndrome de Down? 
M.S.: As pessoas precisam ser mais abertas e não achar que as pessoas com Síndrome de Down não são capazes. 

P.: No que você mais acredita? 
M.S.: Eu acredito em ser feliz, sempre. 

Profashional: Como você se sente vendo sua filha feliz e fazendo sucesso? 
Rosanne Stuart: Estou muito orgulhosa da minha filha, eu acho que ela é incrível. 

P.: Como isso é importante para todos que têm Síndrome de Down? 
R.S.: Eu sinto que não só é importante para as pessoas com Síndrome de Down, mas para qualquer um que se sente isolado e sozinho. Eu acredito que Madeline pode dar às pessoas a força para acreditar em si mesmas.

sexta-feira, 17 de março de 2017

Cores, formas e texturas do Cariri Cearense inspiram a coleção de Isabela Capeto apresentada na São Paulo Fashion Week N43. O marcante trab...

Cores, formas e texturas do Cariri Cearense inspiram a coleção de Isabela Capeto apresentada na São Paulo Fashion Week N43. O marcante trabalho artesanal da estilista agora se une a elementos da iconografia daquele considerado o Oásis do Sertão. A brasilidade do fazer a mão em detalhes, bordados e aviamentos resgatam a identidade local e levam o olhar para um passeio por sítios arqueológicos, casarios e fachadas, assim como pela cultura manufatureira.


Isabela Capeto investiga tradições, costumes e superstições desse Brasil de identidade plural, que vai das máscaras de cerâmica das Irmãs Candido à obra de Mestre Noza, o escultor de Padre Cícero. Um laboratório a céu aberto de heranças indígenas, africanas e ibéricas que dão uma atmosfera de magia e encantamento a sua roupa única e atemporal.

Tecidos: Algodão, tule, lycra, couro e seda
Peças-chaves: Jaquetas, camisetões, vestidos longos e saias
Cores: Atanado, vermelho, rosa claro, café, marinho e preto

Para a 43ª edição do São Paulo Fashion Week, À La Garçonne se uniu à Hope para criar uma coleção especial composta por seis peças de DNA vi...

Para a 43ª edição do São Paulo Fashion Week, À La Garçonne se uniu à Hope para criar uma coleção especial composta por seis peças de DNA vintage. Os modelos contam com dois tecidos tecnológicos, uma microfibra diferenciada com toque empapelado e um tule power. 


Os detalhes em renda e chiffon conferem leveza e transparência às peças.O aspecto retro evidencia-se nas modelagens cuidadosamente elaboradas, com recortes, encaixes de diferentes tecidos e estruturas com barbatanas.

Entre as peças que poderão ser vistas na passarela estão: um mini corselet sem bojo, com recorte de renda no busto e estrutura de barbatanas no cós; uma hotpant com detalhe frontal de renda e elástico largo na cintura; uma hotpant corselet, mais alta, com ligas removíveis; uma saia midi com rendas nas laterais; um vestido tomara que caia com bojo, cós estruturado com barbatanas e saia de chiffon texturizado com detalhe de renda frontal e um vestido com alças de renda que caem sobre os ombros, cós estruturado com barbatanas e saia midi ajustada ao corpo com renda nas laterais.

Com edição limitada, a coleção especial estará à venda logo depois do desfile na loja e e-commerce da À La Garçonne. 

Styling: Pedro Sales
Trilha Sonora: Max Blum

A estilista mineira Fabiana Milazzo estreia na São Paulo Fashion Week com uma coleção que homenageia o Brasil. Na passarela, a riqueza do n...

A estilista mineira Fabiana Milazzo estreia na São Paulo Fashion Week com uma coleção que homenageia o Brasil. Na passarela, a riqueza do nosso trabalho artesanal, elementos de fauna e flora e paisagens amazônicas misturados a símbolos icônicos da cidades históricas de Minas e das metrópoles brasileiras, como obras de Oscar Niemeyer, os grafites de São Paulo, o Cristo Redentor e as favelas do Rio de Janeiro.


Para as peças feitas à mão, Fabiana se uniu a ONGs que investem no trabalho de artesãos, promovendo a cidadania através do ensino e valorização de práticas sustentáveis. Com o Instituto Tecendo Itabira (MG), de Ronaldo Silvestre, que treina e qualifica mulheres para a produção de peças artesanais, a designer desenvolveu peças de formas orgânicas com textura em relevo que refletem a sinuosidade das obras do arquiteto Oscar Niemeyer. Já o projeto Casulo Feliz, tecelagem artesanal de Maringá (PR), empresta seu fio de seda sustentável para casacos e blusas da coleção. No denim, os moletons levam o trabalho das mulheres da ONG Ação Moradia (Uberlândia), onde a estilista idealizou e financia o projeto Mulheres de Renda, que visa gerar renda por meio da profissionalização de bordadeiras.

O denim, aliás, continua forte na coleção de Fabiana, fazendo o contraponto entre o casual e a moda festa e feito em parceria com a Canatiba, através do projeto CanatibaLab + Fabiana Milazzo, do qual a estilista faz parte. A aposta da vez para o material é em listras criadas no próprio tecido com tiras de jeans reaproveitados, que seriam descartados, ou em bordados, misturando lã e pedraria. O trabalho pode ser visto em saias, trench coats e moletons oversized.

Tecidos nobres, como chiffon, organza e musseline de seda pura aparecem em vestidos de festa godê - longos e midi -, saias amplas e blusas de mangas volumosas, românticas como a essência da marca. Nas peças de shape mais ajustado, os decotes e cavas são mais profundas, dando um ar sexy à coleção essencialmente romântica. Já as peças construídas com o viés de zibeline são mais estruturadas e apresentam formas inspiradas no trabalho de Niemeyer, mas com inspiração nas curvas do corpo feminino.

Na cartela de cores, o off white foi usado como base para as estampas e bordados - que levam toques metalizados - além de azul intenso, denim e dois tons de vermelho.

Nos pés, sapatos desenvolvidos pela Masqué, de Adriana Pedroso, trazem pequenas "penas" feitas artesanalmente em couro, lembrando pássaros. Brincos e colares foram desenvolvidos em parceria com a Annaka.

FICHA TÉCNICA:
Direção Criativa: Fabiana Milazzo
Make e Hair: Rodrigo Costa

Inspirada em clássicos da literatura mundial que exploram o simbolismo e o surrealismo, em um universo onírico que de tão forte chega a bei...

Inspirada em clássicos da literatura mundial que exploram o simbolismo e o surrealismo, em um universo onírico que de tão forte chega a beirar o plano real, a TIG encontrou as referências para seu debut nas passarelas.

Um mundo onde tudo que é sólido pode derreter e a transformação acontece num piscar de olhos. A Metamorfose, de Franz Kafka; O Lobo da Estepe, de Hermann Hesse, e O Corvo, de Edgar Allan Poe, são histórias que contam as etapas de uma mulher em pleno estado de transformação.
O mood dark punk permeia todo o processo, que começa com a forma de insetos em vestidos de tule transparentes e em aplicações em longos de seda tingidos em degradê, peles fake e casacos de couro sem costuras. Shapes volumosos com o uso de mangas bufantes e paetês bordados em tela que escorrem pelas peças lembram Salvador Dalí.



A primeira etapa se inicia com a jornada na autodescoberta, com a consciência da dor causada pelo mundo exterior e o propósito de dar um basta no sofrimento. Never more é separado por um zíper e o corvo é impresso no veludo molhado que dá forma a vestidos e casacos.

O segundo momento discute a dualidade: a necessidade de se encarar o espelho e aceitar as qualidades e defeitos, sendo o obstáculo apenas interno. Peças desconstruídas, a fio, sem acabamento, como blusas de moletom de matelassê em lamê, calças de tafetá e saias com corte militar, traduzem o estado de espírito. A assimetria aparece em minissaias e vestidos, assim como no slip dress, base das sobreposições.

O tormento acaba quando, fechada em si, ela ganha asas - não mais de corvo, mas de fada inseto. Livre de oposições, unifica e se liberta de tudo que a impedia de alçar voo rumo a seu destino.
Cartela de cores segue escura como preto, roxo e verde com contrapontos claros que iluminam, como o branco e prata.

Entre os acessórios, estão os maxi brincos e pulseiras de insetos desenvolvidos em titânio com pedras Swarovski por Bianca Bertoni - que também aparece em um vestido - as sandálias e coturnos em couro e pelúcia assinados por Giseli Dias e meias que complementam os looks desenvolvidos para a TIG pela marca francesa Gerber.

Dentro do conceito see now, buy now, as peças estarão disponíveis no início de abril nas lojas da TIG, em seu e-commerce próprio e nas principais multimarcas do país.

FICHA TÉCNICA
Diretor Criativo: Renata Figueiredo e Fabio Yukio
Beleza e Hair: Rodrigo Costa
Styling: Daniel Ueda
Direção: Bill Macintyre
Light designer: Maneco Quinderé
Trilha Sonora: Adriano Sintra e Dani Vellocet

terça-feira, 14 de março de 2017

A participação de Oskar Metsavaht no exercício criativo do filme Soundtrack foi o ponto de partida para a construção do Inverno 17 da Oskle...

A participação de Oskar Metsavaht no exercício criativo do filme Soundtrack foi o ponto de partida para a construção do Inverno 17 da Osklen. A inspiração não veio do filme em si, mas do próprio conceito e do roteiro em evolução, que foram criando um imaginário bastante rico enquanto os autores e diretores preparavam suas equipes de filmagem (cenógrafos, fotógrafos, figurinistas e artistas). Oskar e sua equipe de design desenvolviam paralelamente sua proposta para a temporada, tanto o filme quanto a coleção surgiram ao mesmo tempo. 

As referências visuais - colhidas em uma viagem à Islândia -, somadas às leituras do roteiro, foram se desenrolando nos elementos de cor, formas e texturas da coleção. 


Fotos: Marcio Madeira

Cartela de cor: off white, rosa claro, azul claro, cinza mescla, preto, areia, café, amarelo, laranja e azul royal.
Estampas: Daybreak, Interference, Script, Frost
Matéria-prima: tricoline, sarja, veludo, georgette de seda pura, tricot de rayon, cashmere e os e-fabrics - tricot de alpaca, tyvek, moletom pet e pirarucu
Silhueta: looks compostos por sobreposições que contrastam formas fluidas e estruturadas. Destaque para os moletons, parkas e anoraks oversized.


Pela primeira vez a Cia Maritima investe em calçados urbanos, unindo-se a clássica Converse para o lançamento de dois modelos de tênis para...

Pela primeira vez a Cia Maritima investe em calçados urbanos, unindo-se a clássica Converse para o lançamento de dois modelos de tênis para as estações mais frias do ano. Por acreditar na tendência crescente de convergência entre a moda praia e o steetwear, a Cia Maritima aposta nessa parceria com a Converse, que ajuda a reforçar sua proposta atual de moda além de ter total sinergia com o lifestyle da mulher marítima.



Confeccionados em lycra, mesmo material usado nos biquínis da marca, a linha vem com um modelo de cano alto e um cano baixo, nas estampas Índigo e Nômade, da coleção Inverno 2017 da Cia Maritima, inspirado nos povos nômades, com foco nos tuaregues. Com um estilo meio gipsy, as padronagens foram criadas a partir de imagens com misturas de texturas e tecidos, trabalhos artesanais, desenhos étnicos e florais.

Um leve toque hippie aparece nos tons terrosos e cores fortes com destaque para o azul com florais brancos da estampa Índigo e a atmosfera étnica no mix de verde, terracota, preto e branco da Nômade.

A primeira estampa chega às lojas Cia Maritima no dia 14/03 e a segunda no dia 28/03. Estarão disponíveis na numeração de 35 a 39.

segunda-feira, 13 de março de 2017

Seguindo o tema de sua coleção principal, que faz referência à momentos que já vivemos e que permanecem em nossa memória afetiva, a CRIS BA...

Seguindo o tema de sua coleção principal, que faz referência à momentos que já vivemos e que permanecem em nossa memória afetiva, a CRIS BARROS apresenta as novidades de Inverno 17 da sua linha infantil CRIS BARROS MINI.


A coleção tem lançamento marcado para próxima quarta-feira, dia 15 de março, e poderá ser encontrada em todas as lojas da marca - São Paulo, Rio de Janeiro e Curitiba - e em seu e-commerce próprio.


A CRIS BARROS MINI também confirma mais uma vez sua presença no Fashion Weekend Kids, no Shopping Cidade Jardim, em São Paulo, desfilando suas novidades no domingo, último dia do evento (19.03).



Créditos: Josefina Bietti

quinta-feira, 9 de março de 2017

Marca lança campanha em prol da sororidade entre as mulheres Engajada com o novo momento ocupado pelas mulheres no mundo contempor...

Marca lança campanha em prol da sororidade entre as mulheres


Engajada com o novo momento ocupado pelas mulheres no mundo contemporâneo, a Morena Rosa acaba de lançar a campanha #PorTodas. Em um convite enviado a consumidoras e influencers como Maiana Bonotto e Line Veiga, a marca propõe um desafio: um vídeo com uma homenagem a alguma amiga inspiradora deve ser feito e postado no instagram e ela deve então fazer o mesmo com outra amiga, sempre utilizando a hashtag #PorTodas.

A corrente pretende deixar para trás conceitos como rivalidade e competição. Todas as mulheres estão convidadas a participar!

Esta é mais uma das ações que celebram o universo feminino em suas múltiplas expressões, principal tônica da marca. A campanha de Outono Inverno com Grazi Massafera, Taynara Resende e Valentina Sampaio já cantou a máxima, unindo as modelos em imagens de moda que celebram a união feminina no mundo contemporâneo.

quarta-feira, 8 de março de 2017

Desvendamos o segredo da rotina rígida de beleza e cuidados com a pele que as Coreanas fazem questão de repetir todos os dias. Nenh...

Desvendamos o segredo da rotina rígida de beleza e cuidados com a pele que as Coreanas fazem questão de repetir todos os dias.



Nenhuma nação do mundo leva tanto tempo para cuidar de sua beleza e saúde quanto os orientais, conceitos que andam de mãos dadas por lá. As sul-coreanas, especialmente, costumam passar por uma rotina de aproximadamente 10 passos para obter a pele perfeita. Entre alimentação saudável e todos os tipos de produtos de beleza, os séruns se destacam, devido a sua grande gama de finalidades e ingredientes.

O Kosmo Beauté, e-commerce que se destaca no segmento do produto e é recém chegada no Brasil, traz uma coleção de 13 séruns exclusivos com a linha nomeada It’s Skin. A proposta é compartilhar a tecnologia e inovação que a Coreia do Sul tem acesso diariamente à rotina da brasileira, um dos públicos femininos mais obcecados por beleza do mundo.

Os séruns são vendidos no e-commerce da marca e revitalizam e regeneram a pele, além de contar com ingredientes especiais, como extratos de caviar, cogumelo, vitaminas, e até um composto similar ao veneno de serpente.

Selecionamos algumas das fórmulas e seus benefícios para você conhecer melhor e escolher o efeito desejado que deseje atingir:


It's Skin Power 10 Formula SYN®-AKE
Inspirado na toxina botulínica, presente no veneno de cobras, esse sérum promete suavizar a pele e segurar o aparecimento de rulgas, baseado na inibição das contrações musculares do rosto.

It's Skin Power 10 Formula YE Effector
O best-seller da Kosmo estimula a renovação da pele e sua flexibilidade. Produzido com estratos de leveduras, o efeito será iluminador e trará vitalidade ao rosto.

It's Skin Power 10 Formula GF Effecto
Se seu objetivo é hidratar a pele, esse sérum com extrato de cogumelo Maitake fará o serviço. Recomendado para cuidar e restabelecer o equilíbrio da sensibilidade do consumidor.

It's Skin Power 10 Formula PO Effector
Pensando também em quem sofre com acne e oleosidade, essa versão com extrato Houttuynia Cordata regula a produção de sebo e impede o entupimento dos poros, evitando assim o aparecimento de cravos e espinhas.

It's Skin Power 10 Formula WR Effector
Você pode adquirir uma pele linda e radiante com essa fórmula que possui extrato de caviar e visco, composição que ajuda a reduzir consideravelmente as linhas de expressão e retarda o envelhecimento.

terça-feira, 7 de março de 2017

Aumentem o som para o lançamento da C&A Collection mais rock and roll da temporada. Hit do verão, a coleção foi criada com exclusividad...

Aumentem o som para o lançamento da C&A Collection mais rock and roll da temporada. Hit do verão, a coleção foi criada com exclusividade pela grife Pat Pat’s, de Andrea Viera Baptista. Seguindo os passos da mãe, a estilista Patricia Viera, reconhecida pela perfeição no trabalho em couro e pelas criações jovens e irreverentes, ideal para mulheres que querem ousar nas combinações. A atitude é eletrizante, no ar o clima dos festivais de música da Califórnia e o espírito livre das meninas de Los Angeles.


Metalizados entram em sintonia com o suede mixando anos 60 com novas leituras numa turnê contemporânea e bem-humorada; tops e saias, minis, jaquetas, calças e shorts prateados acendem o guarda-roupa e colocam todas as mulheres sob o holofote fashion. A camurça nas cores uva, terra e preto, com franjas e cadarços trançados nas peças, entra nas paradas de sucesso seguindo o DNA da grife, expert em trabalhar o material com cortes e acabamentos surpreendentes.


Os mesmos comprimentos passeiam por toda a Collection com estampas e padrões que já são parte da paisagem urbana, como grafites e cobras. Também surgem na selva de pedra camisetas de malha com pontos luminosos na mesma vibração rock estrela dos acessórios com tachas, ilhoses e aplicações. É chuva de prata nas bolsas e mochilas, lenços e tênis perfeitos para quem anda na rua como quem pisa no palco.


Para completar o repertório, o jeans entra no clima com peças resinadas, bordados, silk localizado nas jaquetas e macacões nas mesmas cores das peças em suede. Shorts e calças com marcas de bolso e lavagens nos levam de volta aos anos 90 numa fashion trip com escalas em todos os closets do Brasil.

A C&A Collection Pat Pat’s chega à loja virtual (cea.com.br), no dia 08 de março e em lojas selecionadas do Brasil, a partir do dia 14 de março.

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

Garanta uma cutes mais hidratada e saudável nos dias de folia  Por Ana Carolina Contri É hora de seguir o bloco e pular o carnaval ...

Garanta uma cutes mais hidratada e saudável nos dias de folia 

Por Ana Carolina Contri

É hora de seguir o bloco e pular o carnaval com muita alegria. Aproveitar os dias quentes para a folia é garantia de animação, mas é importante redobrar os cuidados com a pele, afinal para enfrentar a maratona de diversão que engloba exposição ao Sol, falta de hidratação, poucas horas de sono diários, sprays de espuma, tintas, corantes e muita maquiagem, é preciso cuidados específicos e redobrados com a pele. Confira as dicas especiais da dermatologista Dra. Larissa Viana e curta com mais emoção!


1 - Mantenha a pele hidratada. O ideal é ter um spray de água termal em mãos para borrifá-lo sempre que lembrar. Na falta desse produto, abuse da água mineral, aplicando da mesma forma, com leves borrifadas. 

2 - Tome muito líquido, sobretudo água mineral e sucos naturais de frutas detox, como o abacaxi e limão. Porém, cuidado com o limão em contato com a pele e o Sol; a combinação causa fitofotodermatose, queimadura que deixa manchas irregulares e marrons nos locais de contato com o limão ou outras frutas cítricas.

3 - Dormir 8 horas por dia nem sempre é possível para os foliões, mas a falta do sono aumenta o hormônio do estresse, envelhece e reduz a atenção para dirigir.

4 - Se for pular durante o dia, o filtro solar é indispensável! Utilizar filtros fluidos ou spray para não deixar a pele oleosa, fator no mínimo 30 com ppd mínimo 10 (proteção contra raios ultravioleta A e B). Assim as queimaduras solares, manchas indesejadas e envelhecimento precoce serão evitados.

5- Espumas e maquiagens de qualidade duvidosa devem ser evitadas, pois podem dar dermatites de contato (quadro alérgico irritativo local). Os danos podem variar de inchaço até queimaduras e vermelhidão local, fora a irritação nos olhos.

6 - Tomar nutriceuticos com betacaroteno, magnésio e outros itens do complexo B deixarão o bronzeado mais duradouro, saudável e ajudam a melhorar a disposição.

7 - As bebidas alcoólicas em excesso, sobretudo destiladas, aumentam a retenção de líquidos, celulite e aparência de bolsinhas na área dos olhos, além disso, são altamente calóricas. 

8 – Opte por roupas leves de algodão e claras para os blocos de rua diurnos, elas ajudarão a evitar absorção solar excessiva, desidratação e miliária (brotoejas do suor) no período de festa. 

9 – Retire a maquiagem! Ao chegar em casa, vença o cansaço e lave o rosto com um sabonete adequado. Retire totalmente a maquiagem com água micelar ou cleasing oil, os dois ajudam muito a remover o rímel. Dica: Evite rímel à prova d’água, ele quebra os cílios mais facilmente.

10 - Fique alerta quanto ao material das fantasias, evite tecidos sintéticos e extremamente apertados, pois podem causar brotoejas e assaduras.

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

Por Ana Carolina Contri Os bodies saíram das praias e invadiram o streetstyle sem data para dizer adeus! E o que seria mais legal do q...

Por Ana Carolina Contri

Os bodies saíram das praias e invadiram o streetstyle sem data para dizer adeus! E o que seria mais legal do que curtir os dias de calor durante o carnaval com muito estilo? Bodies incríveis e customizados especialmente para a semana de folia.
Vale lembrar que eles são um revival dos anos 80 e garantem um look completamente fresh e cool para os dias de verão. E o melhor? Tem para todos os gostos, modelos monocromáticos, estampados com frases divertidas, florais, recortados ou mais "comportados", ideais para todos os gostos. O segredo é se divertir e usar a imaginação! Dá uma olhada nas peças que selecionamos:


1- ROXY
2- ANIMALE por SHOP2GETHER
3- PADE D POR SHOP2GETHER
4- GATABAKANA

1- TUFI DUEK
2- STREND
3- MORMAII ORIGINAL


1- PAT PAT'S POR GALLERIST
2- TIGRESSE
3- TVZ
4- DIMY

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

Em entrevista exclusiva, ela nos fala sobre sua estreia e seu principal papel, o de ser mãe Por Elaine Medeiros Parece que o tempo nã...

Em entrevista exclusiva, ela nos fala sobre sua estreia e seu principal papel, o de ser mãe

Por Elaine Medeiros


Parece que o tempo não passa para ela. Seu rosto lembra o de uma eterna menina, mas num breve bate-papo com Débora Falabella, a gente logo se dá conta de que, na verdade, trata-se de uma mulher de 37 anos, talentosíssima e determinada no que faz, que acumula trabalhos marcantes como, por exemplo, o da personagem Nina da novela Avenida Brasil (em 2012), a qual coincidentemente levou o mesmo nome de sua filha de 6 anos com o músico Eduardo Hipólitho.

Aliás, desde essa época, ela namora o ator Murilo Benício, com quem contracenou. Agora, de volta a São Paulo, com o premiado espetáculo Contrações, a atriz nos conta como está sendo a experiência.

STYLE MAGAZINE - Como é para você contracenar uma peça que estreou em São Paulo, circulou por alguns estados e agora retorna à cidade em sua quinta montagem? Afinal, você produziu e contracena.

DÉBORA FALABELLA - No teatro, quanto mais você faz, mais fica melhor. Você ultrapassa todas as questões que às vezes se tem no início em relação ao texto, à dificuldade de fazer o espetáculo pela primeira vez, de não saber como será a reação da plateia, enfim. Esse espetáculo nunca se encaixou tão bem com as questões discutidas atualmente. Cada vez que o remontamos, temos novas intenções para o texto. Espetáculos assim merecem ter vida longa mesmo.

S.M. - Falando de outro papel, o que significa ser mãe para você?
D.F. -
É tão natural e, ao mesmo tempo, tão surpreendente. É como se a vida se dividisse em dois momentos. Um em que você é só filha e o outro em que você se torna mãe e volta no tempo, aprende a ter mais paciência na vida e com as coisas e abrir mão. É um amor que eu nunca tinha experimentado, acho que isto é o mais importante. Um amor que cresce e se multiplica a cada segundo.

S.M. - Por falar em papéis, quando a gente vai poder rever você na TV ou nos cinemas?
D.F. -
Acabei de gravar uma série na Globo chamada Nada será como antes, que conta a história de um casal, interpretado por mim e pelo Murilo Benício. Ela se passa no início da televisão; ele é um produtor e ela, uma atriz de rádio que migra para a TV. No cinema, estou com três filmes realizados no ano passado: O Beijo no asfalto, Todo clichê do amor e o que acabei de rodar em Curitiba, O filho eterno. No teatro, sigo com Contrações em cartaz no Teatro Shopping Frei Caneca, viajando por lugares que ainda não fui, e provavelmente também com a temporada da peça Mantenha fora do alcance do bebê, com texto de Silvia Gomez.

S.M. - Agora falando sobre moda, qual é o seu estilo?
D.F. -
Depois de certa idade, a gente começa a ter um estilo próprio de se vestir que sequer conhecia. Sempre gostei de moda, ao ponto de ter uma marca de vestido com características retrô, então gosto de roupas assim. Quando gravei, por exemplo, essa última série da Globo, fiquei enlouquecida com as roupas escolhidas pelo figurista Cao. É claro que eu não uso roupas antigas, mas gosto de misturá-las com as peças de hoje e criar meu próprio estilo.

BATE-BOLA

Um filme para rever: Noite Americana.

Algo que quer alcançar: Alegria, saúde e tranquilidade na vida.

O que não pode falta no closet:  Um bom par de sapatos masculinos; vestidos e roupas confortáveis no geral.

Por Julia Moraes/colaboração de Marisa Abel Ícone de originalidade e personalidade forte, a Elke é pura maravilha e nos brinda com uma d...

Por Julia Moraes/colaboração de Marisa Abel
Ícone de originalidade e personalidade forte, a Elke é pura maravilha e nos brinda com uma deliciosa entrevista exclusiva para Profashional

Não é difícil encontrar mil e duas coisas escritas sobre Elke Maravilha em sites e revistas, afinal, há tempos, ela faz parte de nosso imaginário e tornou-se mais do que uma personalidade na mídia.
Nascida Elke Giorgierena Grunnupp Evremidesm, esta russa, naturalizada alemã, que está prestes a completar 65 anos, fala com naturalidade de suas aspirações, visões de futuro e morte.
Dona de uma voz doce e repleta de conclusões firmes, Elke apresenta os ornamentos que a tornam essa “mulher maravilhosa”. 
Sem fronteiras ou preconceitos, suas afirmações reforçam novos sentidos, e as guerras, como no hinduísmo, adquirem aspectos metafóricos e necessários para grandes revoluções internas na existência de cada um. Alegórica, humana e consciente de seu papel no mundo, Elke Maravilha é dada a rompantes e não tem restrições na dialética. Não fala com cuidado, e exalta com amor e/ou paixão passagens importantes de sua vibrante vida.
Linda e especial, a ex-modelo e atriz é embalada pela cultura mineira e é cidadã do mundo (fala oito línguas), não dispensa uma boa cachaça e a companhia de suas maiores riquezas, seus amigos.
Conheça um pouco mais dessa mulher que engata uma história na outra como que em um filme de plano sequência e sempre carrega suas referências, santos e amores no coração.

Profashional: Em 22 de fevereiro, você completará 65 anos, como estão os preparativos?
Elke Maravilha: Preparo na hora. O negócio é na hora mesmo, não projeto nada para adiante, desde pequena, sou assim. Porque não sei se estarei aqui amanhã.

P.: Num mundo em que a beleza é supervalorizada, até onde você vai em busca do contentamento estético?
E. M.:
Meu conceito de beleza sempre foi diferente. Acho que tenho uma coisa socrática, algo como ética + estética. Quando eu era jovem, tinha uma beleza e, agora, aos 64 anos, outra. Ficar velho e ficar feio? Eu não acredito nisso! Sabe, eu acho que Deus errou com a gente, e acho que ele fez de sacanagem. Quando ele fez os animais, todos nasceram belíssimos, sabendo por que vieram. Nós não! Nascemos sem saber exatamente como agir, meio sem rumo, mas a gente é o máximo, o resto que se exploda. Nós nascemos macacos pelados e pretensiosos. Eu tenho um gato e um cachorro de rua, eles não precisam de banho de loja, eu preciso. Eles já sabem o papel deles, que devem comer, fazer cocô, e nós ficamos tateando a vida inteira. A gente tem de dar um jeito. Tento fazer de mim uma obra de arte; tento me melhorar e evoluir, ficar velho é muito bom. Quando fiz 51, achei que era uma ótima ideia e 64 anos, então... Quando a gente ficar ultrapassado, a gente tem de deitar e dormir. A Terra tem gente demais. Essa é a minha ocupação e não preocupação.

P.: A que você brindaria hoje e bebendo o quê?
E. M.:
À vida e ao prazer, sempre! E com cachaça mineira.

P.: Das impressões de guerra experimentadas por seu pai, quais foram assimiladas em sua vida?
E. M.:
A guerra é necessária, ele não falou, mas eu saquei. Enquanto formos como somos, temos de ter guerras. Todas que tivemos, fomos nós que plantamos. Plantamos bananas e não colhemos cerejas. Plantamos bananas e colhemos algumas bem grandes para enfiar no ‘rabo’ da gente. A guerra é maravilhosa porque ninguém é mais ‘porra’ nenhuma e ela nos coloca no nosso devido lugar. Nós, simples mortais, não sabemos o que é o bem e o mal e sim o que é desagradável. A guerra é necessária! Minha avó era mongol e passou por três guerras, meu avô, por algumas. Eles passaram muita fome, mas nunca disseram “ah, o que fizeram comigo?”. Não existe aquela coisa de coitadinho de mim. Eu perguntava para o meu pai se ele havia sido torturado e ele respondia “ah, de vez em quando enfiavam algo embaixo da minha unha”, como se fosse normal, sem aquela coisa para ficarmos com dó. Seja trágico, mas nunca dramático. O trágico aceita o inexorável.

P.: Sabemos que veio para o Brasil muito pequena, mesmo assim, você se recorda do que mais te impressionou?
E. M.:
No caminho para o Brasil, foram os golfinhos, fiquei encantada! Nós fomos para Minas viver no meio dos negros, escravos, eu nunca tinha visto uma pessoa de cor tão intensa; aí eu fiquei com medo e chorava e meu pai quase me bateu para eu ir no meio deles, mas quando me levou, quase me bateu porque eu não queria mais voltar de lá. Não tenho boa memória da minha primeira infância.

P.: Há tempos, você declarou que “65 anos é uma boa idade para se morrer”. Anda pensando nisso ou alguma coisa mudou de lá para cá?
E. M.:
Meu pai morreu com essa idade e foi uma morte maravilhosa. Eu não posso é ficar vencida! (gargalhadas). Hoje, a gente vê muita burrice por aí, porque jovem burro pode, mas velho burro não! Burrice na velhice é muito feio e antiestético.

P.: Em sua época de modelo, você chamava atenção por ter muita atitude na passarela. Não demorou nada para que grandes nomes da moda começassem a criar para você. Desses nomes importantes, de quem guarda carinho e por quê?
E. M.:
De todos, Guilherme Guimarães. Também consegui ser respeitada pelo Clodovil e todos os outros, foi muito legal. Pela Zuzu, tenho carinho e respeito. Ela era sujeito homem, de muita coragem e eu admiro isto.

P.: Qual é sua relação com a moda atual? Você cria, manda fazer ou experimenta criações da nova geração?
E. M.:
Sou muito amiga do Ronaldo Fraga. A moda acordou para um fato. Ronaldo Fraga disse uma frase muito boa, que a “moda não é simplesmente modelo indo e vindo na passarela é muito mais que isso”. O Brasil está indo brilhantemente e encontrou o seu caminho. Os desfiles são magníficos, são grandes shows e está muito interessante a procura da brasilidade. Não gosto de quem busca raízes porque fomos feitos para voar, quem tem raiz é árvore. Sobre as criações, a maior parte é feita em casa, pela Agazil. Eu monto coisas com a minha mão. Meu dedo é todo furado de tanto bordar e costurar. Walério Araújo também faz coisas ótimas. Breno Neves (São João Del Rei) faz coisas monumentais. Conheci quando ele desenhava para Guilherme Guimarães, em meados de 1970. Beto Kelner, da Gatos de Rua, tem feito cabeças bem interessantes. Colares e adereços, eu monto. Às vezes, eu compro alguns e desmancho, faço outros maiores. Gosto de pegar peças antigas e remeter ao futuro. Comprei algumas coisas em Marrocos, também na Grécia e no Japão. Costas Athanassotous está com um projeto bacana, vai montar algo pra gente. Eu raramente vou a shopping centers em viagens, gosto de coisas culturais dos países e de misturar tudo. Às vezes, estou com várias coisas misturadas do Brasil, da Rússia, do Japão. Gosto muito de toda essa mistura, e o Brasil é isso. Ah, e as botas do Fernando Pires? Ele é maravilhoso, quanto mais velha fico, mais eu gosto de botas, as acima do joelho, tenho até uma que chega na ‘periquita’. (mais gargalhadas)

P.: Ao olhar suas fotografias antigas, nota-se uma menina doce e de riso fácil, quando o riso virou gargalhada, quando a “Maravilha” aflorou em você?
E. M.:
Desde pequena, eu sou assim, mas pensando bem, na adolescência, eu usava muito preto, aí, um dia, eu acordei e explodi em cor. Levei ‘porrada’ na cara no início, mas depois melhorou. E, para mim, é como se diz em Minas, não gostou? Come menos!

 P.: Por onde você já passou?
E. M.:
Morei em Itabira, Valadares, Atibaia, Bragança, Porto Alegre, Grécia, tantos lugares! Vivi um ano e meio dentro de um carro pela Europa, só viajando. Este mês, faço 40 anos de Rio de Janeiro. Sobre São Paulo, existe muita violência, mas é a cidade do dinheiro, e se valorizarem a violência, as pessoas que têm dinheiro vão embora da cidade, como fugiram do Rio. Uma vez, estava em Sampa em um táxi com o vidro aberto e passou um carro da polícia, o guarda me pediu para fechar o vidro e eu respondi que a única vez em que quase fui assaltada foi pela polícia, ele ficou sem jeito. Em Atibaia, morei no Rancho das Amoreiras, foi meu pai quem levou a plantação de morangos para lá e hoje é símbolo da cidade e ela é uma das maiores exportadoras. Meu pai é relembrado com muita referência por onde andou. É muito bom ser filha dele, principalmente porque ele sempre foi um idealista, a vida inteira.

P.: A primeira peruca a gente nunca esquece, quando e como foi a sua primeira experiência?
E. M.:
Quando eu estava com os negros lá na roça, as mulheres usavam tranças e, quando soltavam, tinham os cabelos maravilhosos. Elas falavam que era o meu que era bom, mas eu achava uma b... Um dia, eu pensei: Vou dar um jeito nesse cabelo. Meu sonho era ter cabelo de negro e o Nelsinho me ajudou e eu assumi a minha negritude. A Estoril faz as perucas. Já meus rabos velhos viram dreads, eu costuro e a Marilene monta. Rony (São José do Rio Preto) faz uma peruca africana divina. Eu tenho muita ajuda nessa brincadeira. Graça a Deus.

P.: Todo mundo sabe da sua devoção por “painho”, o que foram os 14 anos ao lado de Chacrinha?
E. M.:
Uma coisa! Painho era um gênio! Tanto dentro, quanto fora, de uma generosidade, e tão brilhante, uma coisa bem brasileira. Ele nunca estava ultrapassado, ele é atemporal. (Elke relembrou dele com a voz embargada de carinho)

P.: Quem hoje é motivo de sua admiração?
E. M.:
Nise da Silveira, primeira psiquiatra brasileira, fez o museu do inconsciente, dos chamados loucos, devia estar viva na alma das pessoas. Existe muita gente boa. O Brasil tá indo muito bem.
P.: Escuta alguém da nova geração da música?
E. M.: MV Bill, sou muito eclética! Gosto de Sepultura, Punk Rock, Ratos de Porão do João Gordo. Caipira, gosto muito! Pena Branca e Xavantinho, gosto de clássicos: Beethoven, Wagner. Gosto de funk no morro do Borel, mas tem de ir lá para dançar. Uakt é um grupo mineiro com instrumentos que eles mesmos fazem, adoro. Arrigo Barnabé, Itamar Assumpção. No meu espetáculo “Sagrado e Profano”, eu faço desde Sueli Costa, Antônio Nóbrega (sou apaixonada), Falcão, cultura negra, russa, argentina, grega... Cecília Meirelles. Adoro Clementina de Jesus.

P.: Você incomodou algumas pessoas na década de 1970, inclusive foi presa por isso, e denominada transgressora numa época um tanto confusa e repleta de estupidez. Como combateu essa onda de injustiças que assolou o País?
E. M.:
Eu não combati, sou uma apaixonada, meu ideal não está na bandeira e sim no coração. Quando sai do coração, aí não funciona. De coração, não posso fazer mal a ninguém, não puxar o tapete do outro. Sófocles dizia que “o amor é invencível nas batalhas” e eu acredito muito nisso. A estrutura enrijecida tem de ser quebrada.

P.: Fale de sua amizade com Zuzu Angel?
E. M.:
Foi ótima, desfilei muito para ela, no entanto, fui mais amiga do que manequim; quando a conheci, ela já tinha perdido o filho, estava na loucura. Ela me lembra Antígona, ela lutava muito! As pessoas diziam: “Cuidado, você vai ser morta” e ela respondia: “Já estou morta”. Tanto que a mataram. Zuzu era lenta no trânsito, as pessoas gritavam “barbeira”, e eu reclamava, falava pra ela andar mais rápido e ela dizia: “Oh, Elke, você não quer andar comigo, ande de táxi!”. A loucura dela não era a velocidade e sim o filho.

P.: Você adora uma cachaça?
E. M.:
Nasci na Rússia, tenho álcool no DNA, meu pai dizia: “Não confie em ninguém que não bebe”, que é um ditado russo. E espírito significa álcool, em latim. Então, somos espiritualizados (mais gargalhadas). Meu pai dizia pra não fazer do álcool uma rotina porque o corpo não gosta de rotina.

P.: Não ter tido filhos foi uma escolha sua “À La Machado de Assis” em “Memórias póstumas de Brás Cubas”?
E. M.:
Nunca li, mas admiro muito! Eu fiz aborto sem a menor culpa, é porque eu não sei educar uma criança. Eu não sabia o que queria ser quando criança, mas sabia o que não queria. Eu não posso ter âncoras. Minha pesquisa pessoal indica que 70% das mulheres não deviam ter filhos. Não sou leitora de livros, mas sou leitora de pessoas e, para tudo, tem de ter talento e, para pai e mãe, também precisa ter o dom. Ah, não dou conta. Como eu fui precisa. Eu penso, ah, Elke, você foi danada, você sabia o que estava fazendo.

P.: É impossível não comparar o estilo Lady Gaga com o seu, como você vê toda essa brincadeira?
E. M.:
Ih, quem é? Não conheço.

Curtas e rápidas

Uma saudade: Brasil, esses dias, estava vendo um programa cultural brasileiro e disse que estava com saudade do Brasil. Cultura popular é o que faz o país.

Uma música: “El condor pasa” – música boliviana (neste momento, ela cantou pra gente, adoramos!).

Sempre na bolsa: Espelho e batom! Agenda.
O que guarda no coração: O mundo, as 7 bilhões de pessoas, gostaria de encarar todos, mas não dá tempo.

Um lugar para descansar: São João Del Rei, Prado, Bichinho, gostaria de morrer na Grécia, seria ótimo!

Uma gargalhada para quem: Dalai Lama, Nelson Rodrigues e Bin Laden (trilogia de gargalhadas).
Uma proteção para todo o sempre: Amigos, eu tenho muita sorte com eles. Há muitos anos, fui numa cartomante e ela me disse: “Nossa, como você tem amigos!”. Você percebe que tem amigos quando está ‘fudida’! Os meus nunca me abandonaram. O Sacha, meu ex-marido, que é bem mais jovem que eu, sempre foi meu amigo, virou parente já, ele mora comigo, mas somos separados. 

Um pensamento: Um amigo sagitariano, Leonardo Boffe me disse certa vez que da paixão o oposto é o ódio, o oposto do amor é a indiferença. Eu nunca tinha pensado assim, mas concordo, e o ódio desperta a pessoa e a indiferença mata. 

Crie um look para usar agora: Todo roxo, simples, mas poderosa, com alguma coisa de amarrar. Bota bem comprida, uma bolsa com uma entidade japonesa chamada Kuramatengo e, é claro, um dread.

Ser Profashional é: Meu amigo Abigar diz que uma pessoa inteligente é aquela que faz do mínimo o máximo, vou usar as palavras dele.